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Heart

Se a história da Chapeuzinho Vermelho fosse verdade, como ela seria contada na imprensa no Brasil? Veja as diferentes maneiras de contar a mesma história.



Jornal Nacional

(William Bonner): 'Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem...'

(Fátima Bernardes): '...mas a atuação de um caçador evitou a tragédia.'



Programa da Hebe

'...que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?'



Cidade Alerta

(Datena): '...onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva... um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não!



Superpop

(Luciana Gimenez): 'Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há mais de um ano. Abafa o caso!'



Globo Repórter

(Chamada do programa): 'Tara? Fetiche? Violência? O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente? O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta. E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter.'



Discovery Channel

Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.



Revista Veja

Lula sabia das intenções do Lobo.



Revista Cláudia

Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.



Revista Nova

Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama!



Revista Isto É

Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.



Revista Playboy

(Ensaio fotográfico do mês seguinte): ' Veja o que só o lobo viu'.



Revista Vip

As 100 mais sexies - desvendamos a adolescente mais gostosa do Brasil!



Revista G Magazine

(Ensaio com o lenhador) 'O lenhador mostra o machado'.



Revista Caras

(Ensaio fotográfico com a Chapeuzinho na semana seguinte): Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: 'Até ser devorada, eu não dava valor pra miutas coisas na vida. Hoje, sou outra pessoa.'



Revista Superinteressante

Lobo Mau: mito ou verdade?



Revista Tititi

Lenhador e Chapeuzinho flagrados em clima romântico em jantar no Rio.



Folha de São Paulo

Legenda da foto: 'Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador'. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.



O Estado de São Paulo

Lobo que devorou menina seria filiado ao PT.



O Globo

Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para salvar menor de idade carente.



O Dia

Lenhador desempregado tem dia de herói



Extra

Promoção do mês: junte 20 selos mais 19,90 e troque por uma capa vermelha igual a da Chapeuzinho!



Meia hora

Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco!



O Povo

Sangue e tragédia na casa da vovó.



Wagner Montes

Agora vejam só vocês meu amigo telespectador, minha dona de casa que nessa hora está cuidando do lar, arrumando as crianças para a escola..... vejam só esse covarde de codinome Lobo..... que se acha todo malandrão.... PRA CIMA DELE MINHA POLIÇADA !!!! Alô minha rapaziada da Civil, alô comandante do CORE, aquele abraço, alô meu pessoal do 16º, 22º....

É PRA ARREGASSAR MESMO!!! Bota a cara dele aí na tela produção.... Bota na tela aí.... ESCRAAAAAAAAACHA !!!!!!!!!!
 
 
Esse foi para mim, um dos melhores emails que recebi nos últimos meses....
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Pessoal, esta e a segunda matéria do ano, comecei com o pé fraco no acelerador, pois a vida anda corrida. Bom, o assunto que vou abordar nesta matéria é febre do momento. Quem nunca ouviu falar em “COLHEITA FELIZ”? Um aplicativo de jogo do ORKUT que a princípio é interessante, porém prega uma ideologia de roubo, onde a grande sacada é roubar de seus amigos para poder vender e assim adquirir dinheiro, sendo que existem duas formas de dinheiro, o verde e o amarelo. Para conseguir o dinheiro verde é necessário comprar via cartão de crédito no “Pag Seguro” onde o preço de 400 moedas verdes pode chegar a R$ 30,00 e o dinheiro amarelo é adquirido na venda da produção de sua fazenda ou roubando de seus amigos. Isso mesmo, você vai até as fazendas dos seus amigos  e rouba a colheita para poder vender. Com este dinheiro você pode comprar os animais e vários outros gêneros como adubo para produção mais rápida de sua colheita. O jogo é tão vicioso que você não consegue ficar sem jogar e entrar nas fazendas dos seus amigos para ver como anda a produção e se pode roubar para adquirir mais grana e assim aumentar o seu nível.  Vejo amigos meus comprando moedas verdes para obter os benefícios mais rápido. Há um relógio no jogo para alertar que a colheita está madura. Isso ajuda muito para não perder nada para um amigo que eventualmente vá à sua fazenda para roubar.

Estes dias estava almoçando com uns colegas de trabalho e observei a conversa deles sobre a tal fazenda, as produções, o dinheiro, entre outros e me interessei pelo assunto. Percebi que eles estavam muito envolvidos, numa espécie de vício. Não contente com as explicações das regras do jogo, resolvi instalar e ver como funcionava, dai então tirei minhas próprias conclusões.

Agora eu te pergunto: até onde vai a ética em um jogo como esse? Como podemos deixar as nossas crianças se divertirem com um jogo que incentiva o roubo?  E o pior de tudo é que ele está dentro da maior comunidade de relacionamentos do Brasil: o ORKUT. Vejo que temos que tomar muito cuidado com os conteúdos que acessamos na net, pois muitos deles manipulam a mente dos internautas. Ontem conversei com uma amiga no MSN que me falou da sua preocupação com o vício adquirido e que não conseguia ficar sem jogar, então se viu obrigada a desinstalar o aplicativo.

Sou apaixonado pela área de tecnologia e por isso trabalho nela. Sou curioso com relação a essas novidades, porém tenho percepção para saber a hora de parar. Será mesmo que o nome do jogo é o mais adequado? Tenho nomes mais apropriados como “Colheita Infeliz” ou porque não, “Colheita Maldita”. REFLITAM!

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Destino? E uma pergunta que nos últimos dias tem me incomodado. Será mesmo que nossos destinos estão traçados quando nascemos ou podemos altera-los? Vejo que a humanidade foi enganada e manipulada por pessoas inescrupulosas. Essas pessoas implantaram uma cresça que alterou a forma de pensar e  levando a humanidade a ter medo de um ser chamado DEUS. Vivo em conflito com ele, pois como pode um DEUS traçar destinos tão distintos para as pessoas? Temos como exemplo essa tragedia do HAITI. Já não bastava ser um país de desgraças e  pobreza. Agora vem essa tragedia que leva o país a  um caus total. Como pode se ele um DEUS de amor? A humanidade foi manipulada por pessoas que queria o poder e a forma mais sábia de fazer isso foi criar um DEUS, que enche de regras o mundo e se você não cumprir ele te castiga, porem mesmo assim ele te ama. Ai eu te pergunto se ele existisse mesmo ou ate mesmo ele castigaria pessoas que cumpre as suas regras? Estava eu em Lagoa Santa em dezembro e tive o prazer em encontrar com uma pessoa com a qual  tenho muita admiração e muito respeito. Essa pessoa e um Padre que conheci na minha infância. Sabe como foi a vida desse padre? Foi dedicada a igreja totalmente e as pessoas necessitadas. Ate voto de pobreza esse homem fez, deixando de receber o seu salário com padre e doando todo para os necessitados com o seu voto de pobreza. Uma pessoa que adorava a vida e sabe o que o todo poderoso deu a ele? Um infarto e uma cadeira de rodas para o resto da sua vida. Outro exemplo que tenho para lhe mostrar e a morte da médica pediatra e sanitarista Zilda Arns, coordenadora internacional da Pastoral da Criança da Pastoral da Pessoa Idosa. Outra pessoa que dedicou a sua vida a ajudar o próximo e ganhou uma morte como a dela  Ai eu te pergunto cade o DEUS amor? Será que esse padre e  essa médica não foram  exemplo de pessoas? E as pessoas que só fazem o mal e levam uma vida normal e nunca pagam pelo seus erros ou como prega a igreja seus PECADOS…. Tudo isso tem me levado a uma reflexão das coisas como são. Vejo que o ser humano ainda tem muito que evoluir e aprender e saber enxergar que ele foi manipulado como fantoche por anos e quando vamos falar sobre fatos como estes, pessoas que tem a sua fé a qual eu respeito o direito das pessoas acreditarem no que querem elas são capazes de nos excomungar por não aceitar ser manipulado por uma história que ao meu ver já era para ser desmascarada a anos. A verdade é que se existisse mesmo um Deus ele deixaria todos os seus filhos sofrem como estão sofrendo? Ai vem a seguinte desculpa de que ele nos deu o livre-arbítrio. Neste momento você deve esta se perguntando e ate mesmo ligando alguns fatos, porem no fundo você tem medo de acreditar.  Ai eu te pergunto você vive nesta duvida se ele realmente existe, porem tem medo. Mas o dia que você se libertar da religião você verá que essa e uma das farsas mais duradoras de todos os tempos. Essa e a minha conclusão. Tire a sua!

Bruno Luiz A de Paiva




Obs.: Espero ser respeitados pelos que acreditam em DEUS da mesma forma com a qual eu os respeitos. Estou apenas expondo a minha opinião aos fatos.
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Atenção!!!! Legenda feita por mim, basedo em várias legendas da internet. Baixe se você estiver afim de ver em primeira mão, caso contrario espera sair no legendas.TV, caso você baixe e não goste me faça um favor. NÂO RECLAME!!! ESTOU COMPARTILHANDO PARA QUEM ESTÀ AFIM DE VER SEM RECLAMAR E VOCÊ NÂO E OBRIGADO A BAIXAR SE NÂO QUISER>


http://www.4shared.com/file/171305942/5bd5abc5/Fringe_S02E10-Grey_Matters__FQ.html
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Essas estatísticas são bastante interessantes. Vale apena conferir.










































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É muito prazeroso se reunir com os amigos ao som de uma boa música, bebendo aquela cerveja estupidamente gelada, na companhia do tira gosto! Ahhh... para aqueles que são amantes da cerveja, sabem muito bem do que estou falando. Não importa o tira gosto, pode ser do torresmo à batata frita, da carne cozida ao jiló com fígado bovino, da mandioquinha à lingüiça, o que importa é que a cerveja esteja lá, geladíssima em cima da mesa, esperando pra ser apreciada! Sabe-se que o alimento além de nutrir e alimentar cumpre seu papel psico-social. E com a cerveja não é diferente. Quando apreciada em doses moderadas, ocupando o centro de uma roda de amigos, a cerveja possibilita aquele momento de entrosamento entre as pessoas. Você deve estar se perguntando: mas que loucura é essa? Mas é isso mesmo. Não estou falando de nada sobrenatural. Vejamos bem: você convida seus amigos para beber como um pretexto para se reunir com eles e isso significa integração, um momento de prazer. Do outro ponto de vista da questão estão as calorias! Para muitos isso não é problema mas para outros é um problemão. Fora o prazer e os benefícios da cerveja estão também os malefícios pelo excesso dela. Se for analisar uma latinha de cerveja, teremos por volta de 130 calorias. Isso não tira ninguém da linha. Os tira gostos são grandes vilões pois geralmente são alimentos fritos ou gordurosos. Geralmente, os amantes da cerveja; estou falando daqueles que exageram na dose, não tem limites  e acabam acumulando muitas calorias porque não há abdômen que agüente. Daí o nome “barriguinha de chopp”. Não estou desanimando ninguém e nem dizendo que você deve parar com a cervejinha. Do ponto de vista nutricional, podemos comer e beber de tudo, mas com moderação. Dizer que um alimento engorda e outro não, é mito. Todos engordam em proporções diferentes. Saiba que o único alimento que não tem calorias e que portanto não engorda, é a água. Devemos saber a maneira certa de ingerir cada alimento utilizando a nosso favor. 

 

Estudos apontando os benefícios da cerveja para o organismo:

 

1. Riscos cardiovasculares – de acordo com Fragrell (1999), devido aos antioxidantes naturais da cerveja, o seu consumo pode aumentar os níveis do HDL colesterol. Assim, se consumida com moderação ajuda no combate às doenças que acometem o coração.

2. Sistema imunológico - de acordo com Carper (1995), a levedura de cerveja aumenta as defesas do organismo, regula a função intestinal e melhora a textura da pele, dos cabelos e das unhas. 

 

Estudos apontando os malefícios do consumo excessivo de cerveja:

1. Doenças cardiovasculares - de acordo com Machado (2002), estudos prospectivos mostram que a gordura localizada no abdômen é fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes mellitus e alguns tipos de cânceres, como o de mama, de ovário e de endométrio. O consumo de álcool tem sido associado positivamente à adiposidade central e dentre os estudos que avaliaram o consumo de cerveja, quase todos encontraram associação positiva com acúmulo de gordura abdominal. 

 

2. Mucosa gástrica – segundo Teixeira (2003), o álcool também é conhecido como fator de risco por lesar a mucosa gástrica. Estudos epidemiológicos sugerem que o álcool possui papel fundamental na carcinogênese, especialmente para cânceres de boca, faringe, laringe, esôfago e estômago, devido ao fato de ter efeito maior nos tecidos diretamente expostos durante o consumo e por agir sinergeticamente com o tabaco (fumo).

 

3. Gravidez – de acordo com Kaup (2001), o uso e o abuso do álcool durante a gravidez está associado à restrição do crescimento fetal, às deficiências cognitivas, ao aumento da morbimortalidade e a outros distúrbios mais leves chamados de efeitos do álcool sobre o feto.

 

Embora alguns estudos apontem benefícios ao sistema cardiovascular, sabe-se que o conteúdo de álcool presente nas cervejas pode, por outro lado favorecer o acúmulo de gordura compensando o seu possível efeito benéfico. Os demais benefícios apontados para a cerveja relacionando o sistema imunológico, a função intestinal, a pele e os cabelos podem ser obtidos com o consumo freqüente de outros alimentos sem que haja conseqüências prejudiciais relacionadas ao consumo do álcool. Portanto, por enquanto, a cerveja deve ser consumida com moderação apenas com o intuito de apreciar o seu sabor mas não como uma forma de promoção de saúde.

 

Mariana Batista Alves Lara

Nutricionista

CRN MG 08100962

 

 

Referência Bibliográfica.

 

Carper, J. Alimentos: o melhor remédio para a boa saúde. Rio de Janeiro: Campus, 1995.

 

Fragrell, B.; De Faire, U.; Bondy, S. et al. Jounal of Internal Medicine. The effects of light to moderate drinking on cardiovascular diseases. 246: 331-340. 1999.

 

Kaup, Z. O. L.; Merighi, M. A. B.; Tsunechiro, M. A. Revista brasileira de ginecologia e obstetrícia. Avaliaçäo do consumo de bebida alcoólica durante a gravidez. n. 23, p. 575-580, out. 2001.

 

Machado, P. A. N.; Sichieri, R. Revista de saúde pública. Relação cintura-quadril e fatores de dieta em adultos. n.36, p. 98-204, abr. 2002.

 

Teixeira, J. B. A.; Nogueira, M. S. Revista latino americana de enfermagem. Câncer gástrico: fatores de risco em clientes atendidos nos serviços de atenção terciária em um município do interior paulista. n. 11, p. :43-48, jan.-fev. 2003.

 

Weiss, S. E. Alimentos saudáveis, alimentos perigosos. Rio de Janeiro: Reader’s, 1998.

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Vai ai uma legenda criada por mim. Deu um pouco de trabalho, mas não ficou tão ruim. 
Espero que gostem.


http://www.4shared.com/file/165967945/798604a6/FringeS02E09BLOG_DO_PAIVA.html
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1. INTRODUÇÃO


1.1. Tema

A pesquisa tem como objetivo demonstrar, motivos, efeitos e impactos que podem ocorrer com estas atitudes que em maioria das vezes os usuários finais nem conhecem.

1.2. Delimitação do tema

Os efeitos e impactos oriundos da pirataria de software

1.3. Justificativa

Existe uma grande importância em pesquisar fatos como estes, para que possamos compreendemos melhor e atuarmos não só em nossa profissão ligada ao ramo da tecnologia, mas como cidadãos éticos e com maior entendimento dos aspectos que envolvem os fatos abordados na pesquisa em questão.

1.4. Problema

A quem a pirataria realmente afeta?

1.4.1. Compradores

O software pirateado pode conter vírus ou nem funcionar. Os usuários não licenciados não recebem documentação de qualidade nem têm direito a suporte técnico ou upgrades, patches ou atualizações de produto. A produtividade das empresas também é afetada quando os funcionários usam produtos pirateados. O software pirateado em geral causa problemas de controle de versão que impedem os funcionários de compartilharem arquivos corretamente, e também aumenta os custos de suporte de TI.

1.4.2. Fabricantes

As empresas investem em profissionais, pesquisas, produtos e acabam sendo lesadas por pessoas que pegam os softwares e transformam em produtos totalmente ilegais burlando as leis e sonegando impostos.



1.4.3. Funcionários

Com toda essa transformação no mercado de software, as empresas tende a reduzirem custos, reduzindo assim seu quadro de funcionários ou ate mesmo cortando benefícios dos funcionários, pois os lucros tendem a caírem.

1.4.4. A economia global

A distribuição ilegal de software afeta a economia do mundo. Com uma taxa de pirataria estimada em 36% globalmente, os efeitos econômicos são significativos. Estimativas do International Anti-counterfeiting Coalition (IACC), organização representativa de empresas envolvidas com falsificação de marca registrada e direito autoral, indicam que o comércio mundial de falsificados cresceu de US$ 5,5 bilhões em 1989 para os atuais US$ 600 bilhões. A voracidade do ganho fácil e uma legislação pouco eficiente explicam a situação no Brasil.impostos que beneficiariam comunidades locais. Centenas de milhares de empregos nas indústrias de software e outras afins também foram perdidas.



1.5. Hipóteses

Impactos econômicos (Falta de recolhimento de impostos, aumento de custos de produção). Impactos sociais (Desemprego formal, fomentação da violência).

Impactos ambientais (Geração de lixo tecnológico em virtude de má qualidade de insumos).Impactos tecnológicos (Disseminação de vírus).



1.6. Objetivos

1.6.1 Gerais

Demonstrar efeitos e impactos que podem ocorrer a partir da prática de pirataria de softwares;



1.6.2 Específicos

Esclarecer questões legais a praticantes desta modalidade de crime;

Investigar teóricos que tratam deste tema;

Proporcionar conhecimento da amplitude dos impactos da pirataria de software;



2. REVISÃO DE LITERATURA

“Com a Lei 9.279, de 1996, a pena para falsificações foi reduzida de um a dois meses de detenção”, afirmou o advogado Luiz Cláudio Garé, Sócio da Garé & Ortiz Advogados, durante evento sobre “Pirataria de Produtos – situação, perspectivas e riscos”, na Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, em outubro. Segundo o jurista, o fato de a pena ser leve, serve como estímulo para aumentar a ocorrência dos crimes. (Renan Miret, 2009)

“A pirataria de software está fora de controle, prejudica o crescimento econômico e cada vez mais está sob controle de grupos organizados, que são encarados como empresas legítimas em alguns países. O nível mundial de pirataria é no momento de cerca de 35% do mercado de software, com queda de apenas 1% ao ano, constatou o grupo de pesquisa IDC em uma pesquisa encomendada pela Business Software Alliance (BSA), que representa cerca de 50 empresas produtoras de software.” (Reuters, 2005)

“Dois terços de softwares instalados na América Latina são piratas. Em 2006, 66% dos softwares instalados em computadores pessoais da América Latina foram obtidos ilegalmente, segundo um estudo publicado hoje que revela que a pirataria na América Latina é muito superior à do resto do mundo”. (Maite, 2009)



“Esforços antipirataria no Brasil proporcionaram nos últimos três anos redução de 6% no índice de pirataria de software. Taxa de 58% ainda é alta, mas é a menor entre os países do BRIC e a segunda menor da América Latina. No mundo a taxa subiu 3 pontos percentuais em 2008 e atingiu os 41%.” (Caramuru, 2009)





3. METODOLOGIA

Esta pesquisa visa explicar através de dados de vários setores da sociedade o efeito danoso da pirataria.

4. RECURSOS

Rede mundial de computadores.





5. CRONOGRAMA

OUTUBRO/2009 NOVEMBRO/2009

Definição do tema 28/10/2009

Pesquisa/seleção de material 04/11//2009

Montagem da pesquisa 11/11/2009

Apresentação do trabalho 18/11/2009



6. REFERENCIAS

MIRET, Renan, Combate à pirataria exige leis mais severas. Revista Brasil Alemanha, 15 Out 2009. Disponível em: http://www.revistabrasilalemanha.com.br/Noticias/Noticia.aspx?id=73




REUTERS, Pirataria descontrolada de softwares sufoca crescimento, Vírus & Cia, 8 Dez 2005. Disponível em: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI788798-EI4805,00.html




SHNEIDER, Maite, Dois terços de softwares instalados na América Latina são piratas. Casa da Maite. Disponível em: http://www.casadamaite.com/node/3895




CARAMURU, Frank, Brasil reduz pirataria de software, Boletim Semanal de Pirataria, Portal Antipirataria em foco, 18 MAI 2009. Disponível em: http://www.antipiratariaemfoco.org.br/Notícias/Notícias/tabid/65/selectmoduleid/375/ArticleID/187/reftab/61/language/pt-BR/Default.aspx





Bruno Luiz A de Paiva



Eneias José dos Reis


Ricardo José Pinto


Paulo Roberto Parreiras dos Santos


Vinicius Barros Martins


Dione Aparecido Silva






Orientadora: Profª. Ms. Sônia M. T. Xavier
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Vivemos tempos artificiais, sobra cultura, mas falta divulgação, sobra trabalho, mas falta publico.


Amante de musica e promotor daquilo que Julgo bem feito apresento-vos a trupe ‘’O TEATRO MÁGICO’’.

Sempre a procura de novos sons e combinações há alguns meses tive o prazer de conhecer algumas musicas dessa trupe, (denominação essa dada por Fernando Anitelli, líder e exímio artista) que me encantou e fascinou com uma única música levando-me baixar por completo todos os seus dois álbuns.

A trupe originária da cidade de Osasco/SP nasceu sob influencias dos saraus aos quais seus integrantes estavam envolvidos. Uma ótima mistura de arte circense, teatro e música Fernando e seu teatro vem a cada dia conquistando cada vez mais adeptos em todos os cantos do país, com uma agenda cada vez mais apertada podem divulgar através de seu espetáculo como podemos nos tornar pessoas melhores em nosso dia a dia, trazem a poesia de uma forma diferente e encantam a todos num ambiente de intensa vibração e energia positiva.

Tive a oportunidade de assistir a seu primeiro espetáculo em 17 de outubro de 2009 na cidade de Belo Horizonte/MG e não acreditei no que estava diante de meus olhos: um espaço completamente cheio de fãs em completa harmonia, sem confusões, brigas ou desentendimentos.

Da abertura ate a última musica impossível não se divertir, rir,apreciar uma boa poesia e refletir sobre os questões que nos assombram em tempos de falta de afeto verdadeiro, tudo isso ao som de musicas maravilhosas. Naquele momento nascera mais um fã!

Desde o espetáculo nas Minas Gerais passei a estar sempre atento a sua agenda, e não demorou muito ocorrer mais um espetáculo aqui no Rio de Janeiro. No dia 21 de novembro de 2009 sob a energia cultural emanada pelo espaço Circo Voador aos pés dos históricos arcos da Lapa, eu, mais uma vez, pude descobrir um pouco mais desse trabalho onde aconteceu um movimento intitulado MPB (musicas para baixar), juntamente com algumas bandas adeptas do trabalho independente eles divulgaram um pouco mais suas idéias inerentes a liberação da musica na internet, todo artista deve, assim como eles, disponibilizar todo o seu trabalho na internet promovendo um acesso maior.

O Teatro Mágico no programa Altas horas:

http://www.youtube.com/watch?v=YSMvESudSSQ

Conheça mais o trabalho, agenda e contato:

http://www.oteatromagico.mus.br/novo/

Baixe os cd’s

-Entrada para raros:

http://www.4shared.com/file/91616773/f597d663/O_Teatro_Magico_-_Entrada_Para.html?s=1

-O segundo ato:

http://www.4shared.com/file/53389922/30f7d848/o_teatro_mgico_-_segundo_ato.html?s=1





Daniel Avelino de Paiva
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RESENHA:

BRITTO, Bárbara Neves de. Ética e Responsabilidade Social Empresarial na Utilização da Tecnologia da Informação.

As questões que permeiam as discussões acerca da ética aplicada, em diversos âmbitos profissionais, na contemporaneidade, tornou-se uma necessidade constante. A emergência de profissões provenientes das novas tecnologias levam o ramo empresarial a refletir na utilização responsável e ética dos novos recursos.

O artigo de Bárbara Neves de Britto, traz algumas questões que elucidam a atual preocupação social, de diversas áreas profissionais sobre a construção de um código de ética que padronizam a conduta desses novos profissionais. Embora o seu discurso seja contaminado pelo jargão empresarial, de responsabilidade social, o que traz a tona antagonismos históricos acerca da utilização racional de recursos sejam eles de origem humana, natural ou, como trata-se o artigo, tecnológicos.

Segundo a autora o debate acerca da ética aplicada surgiu na década de 60 e tornou pauta na década 70, do século passado. Porém, se analisarmos o período, em plena guerra fria e os regimes ditatoriais implantados, principalmente nos países de terceiro mundo com influência dos Estados Unidos, vemos a derrota clara desse debate, por isso, a própria autora analisa que a discussões ganharam força a partir da década de 90 do mesmo século, tornando-se, então, uma necessidade do ramo empresarial, sendo criado institutos, associações, etc., que englobem empresas preocupadas com a "responsabilidade social".

Assim, muito embora "no mundo dos negócios, os dilemas éticos parecem complicados porque os benefícios da conduta ética aparentam ser, num primeiro momento, pouco quantificáveis, [...] é indiscutível a importância da ética para as organizações nos relacionamentos com seus diversos públicos" (BRITTO, 5). Surgiu, com esses debates, novas abordagens revisitadas da ética, tais como a Bioética, a genética, a ética econômica, etc., mas também, nas áreas de ciências humanas, surge uma preocupação com a deturpação da essência do ethos.

Ética tornou-se só mais uma palavra a ser analisada e condicionada de acordo com as necessidades de determinado grupo, perdendo sua característica reflexiva acerca do individuo, do coletivo, do universal, do cosmo (cosmética). A ética codificada, padronizada ou aplicada perde sua reflexão filosófica, quando "não trata apenas de empregar princípios definidos através do processo de fundamentação, mas de aplicá-los a casos Específicos", a ética filosófica não é específica mas universal, preocupada com o ser como um todo, e não com ações unilaterais e benefícios organizacionais.

Ética tem que ser coletiva discutida no âmbito da sociedade e da comunidade. Não é atitude ética uma empresa de porte internacional, que vincula na mídia propagandas de responsabilidade social e ambiental, mas onde ela esta implantada, polui os veios de água com enxofre, borra de alumínio, e a todo tempo remaneja as comunidades pelo discurso do desenvolvimento, como acontece em Itabira, pela Vale. Ética vai além de investir dinheiro em alguma ong que vai forma um bando de crianças pobres para ficar declamando poemas de Drummond pelas praças, que diga-se de passagem morreu triste porque esta mesma empresa depois de desmanchar a casa da família, reconstruiu um falso histórico, em outro lugar e o utiliza para turismo econômico. Além de ser um caso de saúde pública porque há um grande numero de pessoas com problemas de saúde devido a poluição das águas que são consumidas pela população, e de intervir no bioma, pois esta provocando mutações genéticas em espécies da fauna e flora da região.

Esta inserção que pode parece imprópria para a discussão proposta, é somente para evidenciar, o quanto ainda se tem para avançar na mesma. Vivemos um momento de desprofissionalização e desestabilização das funções, não se fala mais estabilidade profissional mas de empregabilidade, ou seja a capacidade de uma pessoa se manter no mercado de trabalho através de seu próprio investimento e aperfeiçoamento em diversas funções, isso leva a uma precarização das funções e a um estresse constante, por parte dos profissionais, como é visto em pesquisas atuais, principalmente nas áreas de saúde, sendo a obesidade, a depressão, a síndrome do pânico, etc., características da sociedade pós-moderna.

A questão deve ser debatida em um âmbito mais amplo, deve sim ser uma discussão política que busque a inserção de todos os elementos envolvidos, além empresas e dos profissionais, também os usuários dos produtos. Recentemente tivemos a discussão sobre a TV digital, discussão que envolveu parlamentares, as grandes empresas de mídia e os países interessados na venda de tecnologia. Uma universidade do Rio Grande do Sul, desenvolveu um sistema inteiramente voltado para a realidade brasileira, que nem chegou a ser colocado na pauta, decidiram pela tecnologia japonesa e partir de então impuseram a crítica de que o modelo americano era melhor, e os usuários? nem 10% da sociedade tem acesso a TV digital, a discussão ficou no âmbito empresarial e político somente.

Vemos agora a discussão da TV pública, novamente não somos chamados a discuti-la, e somos nós os usuários.

As tecnologias, na sociedade de consumo, fazem parte da cadeia de socialização, por conseguinte, a socialização, quanto elemento da reprodução cultural, é o responsável por repassar os signos culturais e/ou sociais para as gerações posteriores. É urgente rever os conceitos éticos da sociedade moderna; principalmente no que concerne ao uso das tecnologias, pois elas estão se tornando um perigoso instrumento no processo de socialização e de reprodução social/cultural, pesquisas antropológicas mostram que as novas gerações são informadas e não formadas, pois não são capazes de pensar com criticidade. Porém frisamos ética quanto reflexão e não quanto código de postura.

Não podemos imputar a culpa ao computador, ao pen drive etc., mas ao seu mal uso. Logo os debates inerentes as novas tecnologias da informação devem ser levada ao âmbito da comunidade. As empresas, o Estado e os profissionais não podem somente legislar em interesse próprio, mantendo os usuários e/ou consumidores fora destas questões.

Assim, podemos refletir sobre a responsabilização dos servidores, que muitas vezes em nome do sigilo do usuário escondem crimes como a pornografia infantil. Se estamos buscando uma forma de moralizar o uso das tecnologias precisamos rever a ética do confissionário, pois deveria ser crime não colaborar com investigações de crime na rede.

Podemos concluir que para chegarmos a um nível adequando de humanização formas de relações sociais, que vem surgindo a todo tempo dos instrumentos tecnológicos, teremos que trazer este debate ao povo. Buscando mediante as especificidades de cada comunidade, as soluções para os problemas trazidos pelo consumo das mesmas, além de resgatarmos a essência da ética, quanto filosofia humana.


Bruno Luiz A. de Paiva
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Você sabia que todo presidiário com filhos tem um salário mensalão de R$R$ 752,1 para sustentar a família, porque o delinqüente está preso e não pode sustentar sua família?

Mesmo exercendo atividade remunerada na cadeia o benefício é mantido.

CONFIRA NO SITE DO GOVERNO: http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

Pergunta que não quer calar 1: Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo delinqüente que está preso recebe uma bolsa de R$600,00 para seu sustento?
Pergunta que não quer calar 2: Já viu algum defensor dos direitos humanos ou algum legislador defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?
Pergunta que não quer calar 3: Sim e o salário mínimo do cara que trabalha mesmo é R$ 465,00?
Veja:http://www.portalbrasil.net/salariominimo_2009.htm

É por essa e outras que a criminalidade não diminui e nunca diminuirá porque no Brasil o crime compensa. Ele só dá lucro!
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Alguns dias atrás eu estava aguardando um retorno em uma empresa de um serviço solicitado, quando entrou um cliente e após ser atendido pela recepcionista e relatar o problema que ele estava tendo com um certo equipamento, ouvi o mesmo dizer o seguinte:

“- Telefonei para vocês, o atendimento foi excelente, com gentileza e presteza. Minha solicitação foi ouvida atenção, porém, até hoje o problema não foi resolvido.”

Como eu estava ao lado desse cliente e não pude deixar de ouvir o que o mesmo estava dizendo, foi inevitável não pensar no que poderia estar ocasionando a insatisfação do mesmo com relação à empresa. Coloquei-me então a recordar sobre quantas vezes isso ocorre na prestação de serviços, quando entramos em contato com uma empresa. Principalmente quando a mesma tem necessidade de nos vender um produto, o primeiro contato é feito de forma excelente, quase encantadora. Porém, após a aquisição de algum bem, se retornamos para uma reclamação ou solicitação, o atendimento deixa a desejar. A partir desse momento, não existe mais aquele interesse inicial em satisfazer o cliente. Muitas vezes, percebe-se o desinteresse ou a falta de profissionalismo nas pessoas que são responsáveis pelo contato imediato com o comprador.

Isso poderá ocorrer por diversos motivos que valem a pena serem repensados pelas pessoas que lideram ou são responsáveis pelo atendimento. Uma pessoa que entra na empresa pela primeira vez, seja para adquirir um produto ou solicitar um serviço, após o atendimento sairá com um pensamento formado sobre todos os momentos que passou conversando ou negociando com o atendente. A elaboração dessa imagem poderá ser crucial para a satisfação ou não do cliente, o que é chamado em Marketing de AVALIAÇÃO PÓS-COMPRA.

Segundo Phillip Kotler, “depois de comprar o produto, os consumidores avaliam, formal ou informalmente, o resultado da compra. Eles consideram se estão satisfeitos com a experiência de fazer a compra e com o bem ou serviço que compraram.” Essa avaliação poderá servir como parâmetro para o próximo contato que porventura, seja necessário fazer com a empresa. Se o cliente ficar insatisfeito, muito provavelmente, não irá querer mais retornar è empresa, alem de comentar com muitas pessoas sua experiência negativa.

Para que o atendimento ao cliente seja realmente 100%, é necessário que o mesmo seja feito levando em consideração 4 etapas:

1) NÍCIO: Nesse momento, poderá estar ocorrendo o primeiro contato do cliente com a empresa. O início deve ser um momento mágico, capaz de deixar marcado na mente do consumidor apenas recordações positivas. Nessa hora, vale usar e abusar da cortesia, educação, ética, paciência, sabendo ouvir e dando todas as explicações necessárias.

2) DESENVOLVIMENTO: Faz parte do atendimento, a apresentação do produto, explicando todas as características, benefícios e vantagens que ele oferece. Não se deve em hipótese alguma mentir para o cliente, dizendo frases como, por exemplo: “Nossa… é a sua cara!!!”. “Até parece que foi feito para você!!!”… “Serviu como uma luva!”, entre outras que são muito faladas de uma forma que soa falso para quem conhece e sabe o que quer. É preciso nessa hora um vasto conhecimento do que se vai apresentar e ser sincero.

3) CONCLUSÃO OU FECHAMENTO: Deve-se ouvir todas as dúvidas e resolvê-las da melhor forma possível, dando tempo para que o cliente decida. Jamais forçar a venda, utilizando-se de artimanhas de facilidades que não são verdadeiras, como por exemplo, dizer ao cliente que não poderia nem estar fazendo aquilo para ele. Lembre-se, estamos na era do consumidor que sabe e conhece tudo. Saber conduzir o fechamento de uma venda que torne o consumidor realmente satisfeito é a melhor maneira de mantê-lo. Não invente nem minta para conseguir vender.

4) ACOMPANHAMENTO: Antigamente, a venda terminava na caixa-registradora. Cliente com produto na mão, vendedor com o dinheiro ou contrato assinado e tudo estava finalizado. Porém, estamos na era do Pós-Vendas, onde o Marketing de Relacionamento passou a ser um importante atributo para que não se perca de vista quem é realmente importante para a empresa. Por isso, manter uma equipe voltada para ouvir reclamações, resolver os problemas que surgirem e fazer contatos inteligentes com os clientes, sem usar aqueles métodos de Telemarketing ultrapassados e inconvenientes, que só servem para afastar as pessoas, funciona de forma eficaz para uma relação a longo prazo com os consumidores da empresa.

Portanto, um atendimento realmente 100% é aquele em que todos os funcionários estão cientes da importância de suas atitudes, por menores que sejam na imagem que o cliente levará para fora da empresa. Somente com o problema totalmente resolvido, o consumidor será capaz de manter um relacionamento em longo prazo, além de fazer sempre uma propaganda positiva com aqueles com os quais se relaciona, passando de comprador para vendedor dos produtos e serviços que estão sendo oferecidos.

Pense em tudo que pode ser feito para ter um atendimento 100%, ou seja, prepare-se para entender e atender o cliente da melhor maneira possível, recebendo-o sempre como se fosse a primeira vez que ele entrasse em sua organização. Tire o QUASE de sua empresa. Atitudes pró-ativas e cortesia são apenas dois dos diversos elementos-chave para o sucesso no atendimento aos clientes!



MARIA DO ROSÁRIO MARTINS DA SILVA (Zarinha)
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BRUNO LUIZ AVELINO DE PAIVA



• Acadêmico do Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores –Unileste –MG



Ex. militar da Força Aérea Brasileira, atualmente trabalho com consultoria e implantação de sistemas hospitalares. Gosto de abordar assuntos diversos.





E-mail: brunoluizpaiva+blogdopaiva@gmail.com





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DANIEL AVELINO DE PAIVA



• Acadêmico do Curso Superior de Direito – Universidade Plínio Leite – Niterói/RJ



Atualmente militar do Exército Brasileiro



Gosto de discutir sobre assuntos referentes a musica, cultura, viagens e diversão e economia.





E-mail: danielpaiva00@hotmail.com





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- MARIA DO ROSÁRIO MARTINS DA SILVA (Zarinha) -



- Mestre em Marketing



- Professora nos cursos de Graduação e Pós-Graduação do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – UnilesteMG – Coronel Fabriciano – MG.



- Professora Convidada nos cursos de Pós-Graduação da REDE DOCTUM, nas cidades de Caratinga, Manhuaçu e Teófilo Otoni.





- Professora Convidada nos cursos de Pós-Graduação da UNIPAC – UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - UNIDADE TEÓFILO OTONI



– 14 anos de experiência como Palestrante em diversas áreas.



- Colunista empresarial para sites da área de Administração e Negócios.





e-mail: zarinhamartins@hotmail.com


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MARIANA BATISTA ALVES LARA





• Nutricionista formada pelo Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix - Belo Horizonte/MG




Atualmente nutricionista em saúde pública.





Comunicativa, tenho interesse em abordar e discutir assuntos diversos, principalmente relacionados a nutrição, gastronomia, música e dança do ventre.






E-mail: mari.alveslara@gmail.com
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Quando as redes de computadores surgiram, as soluçãoes eram, na maioria das vezes, proprietárias, isso é, uma determinada tecnologia era suportada somente por seu fabricante. Dessa forma, um mesmo fabricante era responsável por construir praticamente tudo na rede.
Para facilitar a interconexão de sistemas de computadores, a ISO (International Standads Organization) desenvolvel um modelo de referência chamado OSI (Open System Interconnection), que veio trazer interoperabilidade (Compatibilidade) entre os padrões de redes existentes e servir de modelo para novos protocolos. Hoje, fabricam-se produtos baseados principalmente nesta arquitetura.

O modelo OSI é dividido em sete níveis, sendo que cada um deles possui uma
função distinta no processo de comunicação entre dois sistemas abertos. A figura abaixo
mostra os sete níveis do modelo OSI, que serão analisados a seguir, iniciando pelo nível
mais próximo ao meio físico e terminando no nível mais próximo do usuário. Pode-se
ver através da figura que cada nível possui um ou mais protocolos que realizam as
funções específicas daquele nível, e esses protocolos são compatíveis entre as máquinas
que estão se comunicando (host A e host B).
Entre cada nível existe uma interface. Essa interface permite que dois níveis
quaisquer troquem informações. A interface também define quais primitivas, operações
e serviços o nível inferior oferece ao imediatamente superior.
Cada nível é independente entre si e executa somente suas funções, sem se
preocupar com as funções dos outros níveis. Assim, por exemplo, o nível 2 preocupa-se
em fazer uma transmissão livre de erros, não importando se o nível físico esteja
utilizando par trançado, cabo coaxial ou fibra ótica.
A seguir serão analisados os sete níveis do modelo OSI, bem como suas funções e
exemplos referentes aos protocolos existentes para cada um deles.


Nível 1: físico

O nível físico tem a função de transmitir uma seqüência de bits através de um
canal de comunicação. As funções típicas dos protocolos deste nível são para fazer com
que um bit "1" transmitido por uma estação seja entendido pelo receptor como bit "1" e
não como bit "0". Assim, este nível trabalha basicamente com as características
mecânicas e elétricas do meio físico, como por exemplo:
•Número de volts que devem representar os níveis lógicos "1" e "0";
•Velocidade máxima da transmissão;
•Transmissão simplex, half-duplex ou full-duplex;
•Número de pinos do conector e utilidade de cada um;
•Diâmetro dos condutores.
Os protocolos deste nível são os que realizam a codificação/decodificação de
símbolos e caracteres em sinais elétricos lançados no meio físico, que fica logo abaixo
dessa camada.
Exemplos de protocolos que se enquadram no nível físico do modelo OSI são:
RS-232C, X.21 (para redes com transmissão digital), X.21bis (para redes com
transmissão analógica), codificação Manchester, codificação Manchester Diferencial,
SONET (Synchronous Optical Network), SDH (Synchronous Digital Hierarchy) e assim
por diante.

Nível 2: enlace

O principal objetivo do nível de enlace é receber/transmitir uma seqüência de bits
do/para o nível físico e transformá-los em uma linha que esteja livre de erros de
transmissão, a fim de que essa informação seja utilizada pelo nível de rede.
O nível de enlace está dividido em dois sub-níveis: o superior é o controle lógico
do enlace (LLC - Logical Link Control), e o inferior é o controle de acesso ao meio
(MAC - Medium Access Control), como mostra a figura a seguir.


Subnível LLC
protocolo LLC pode ser usado sobre todos os protocolos IEEE do subnível
MAC, como por exemplo o IEEE 802.3 (Ethernet), IEEE 802.4 (Token Bus) e IEEE
802.5 (Token Ring). Ele oculta as diferenças entre os protocolos do subnível MAC.
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Usa-se o LLC quando é necessário controle de fluxo ou comunicação confiável.
Ele oferece três opções de transmissão: serviço de datagrama não-confiável, serviço de
datagrama com confirmação e serviço orientado à conexão confiável.
O LLC consegue isso dividindo a mensagem a transmitir em quadros com
algumas centenas de bytes de dados e alguns bytes de controle (como CRC, por
exemplo). Enquanto transmite seqüencialmente os quadros de dados, o transmissor deve
tratar os quadros de reconhecimento (ACK), que são enviados pelo receptor a fim de
indicar se a transmissão ocorreu com ou sem erros. Caso algum quadro não tenha
chegado corretamente, o transmissor deve retransmiti-lo, e o receptor deve descartar o
quadro errado.
Um ruído mais forte na linha pode destruir completamente um quadro. Nesse
caso, os protocolos da camada de enlace devem retransmitir essa informação.
Entretanto, múltiplas retransmissões do mesmo quadro podem fazer com que existam
quadros duplicados. Um quadro duplicado pode acontecer se, por exemplo, o ACK do
receptor foi destruído. É tarefa do LLC tratar e resolver problemas causados por quadros
danificados, perdidos e duplicados. Existem várias classes de serviço neste nível, cada
uma com seu fator de qualidade.
Outra função do nível de enlace LLC é controle de fluxo, ou seja, o controle de
um transmissor rápido para que não inunde de dados um receptor mais lento. Algum
mecanismo regulador de tráfego deve ser empregado para deixar o transmissor saber
quanto espaço em buffer tem no receptor naquele momento. Freqüentemente, o controle
de fluxo e de erro é integrado, simplificando o protocolo.
Para entender quando é necessário controle de fluxo, suponha um transmissor que
pode enviar dados a 1Mbps, e um receptor que pode receber dados somente a 100Kbps,
como mostra a figura a seguir. Evidentemente, algum controle deve haver para que o
receptor não seja obrigado a descartar dados.
Transmissor
(1Mbps)
Receptor
(100Kbps)
Outra complicação que deve ser tratada em nível de enlace é quando a linha for
utilizada para transmitir tráfego em ambas direções (de A para B e de B para A).
Normalmente, uma comunicação envolve a transmissão do pacote de dados e o ACK
(acknowledge) enviado de volta pela estação receptora, indicando que os dados
chegaram sem erros. Entretanto, o problema é que os quadros de ACK competem pelo
meio físico da mesma forma que os quadros de dados, prejudicando o desempenho do
sistema. Para eliminar esse problema, em alguns protocolos utiliza-se o conceito de
piggybacking, onde os bits de ACK que devem ser enviados em resposta ao quadro de
dados transmitidos pela estação A vem junto com o quadro de dados que a estação B
quer transmitir para a estação A.
Resumindo, as principais funções do nível de enlace são as seguintes:
•Entregar ao nível de rede os dados livres de erros de transmissão;
•Retransmissão de quadros errados;
•Controle de fluxo;
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•Tratamento de quadros duplicados, perdidos e danificados.

Subnível MAC

O sub-nível MAC possui alguns protocolos importantes, como o IEEE 802.3
(Ethernet), IEEE 802.4 (Token Bus) e IEEE 802.5 (Token Ring).
O protocolo de nível superior pode usar ou não o subnível LLC, dependendo da
confiabilidade esperada para esse nível. Em intranets se utiliza TCP/IP sobre MAC
direto.
Esse subnível fica muito próximo ao nível físico, não existindo confirmações de
mensagens (ACK) nem controle de fluxo. Caso a mensagem chegue errada no receptor
(detectado através do CRC), ele simplesmente descarta o quadro.
As redes baseadas em TCP/IP que utilizam o Ethernet / Token Ring em nível 2
funcionam dessa forma, ou seja, se dá erro num pacote ele é descartado. As
confirmações e verificações ficam para o nível mais alto (TCP). Essa é uma boa forma
de reduzir overheads na rede, sem repetições e retransmissões a cada nível que a
mensagem passa.

Nível 3: rede

O nível de rede tem a função de controlar a operação da rede de um modo geral. O
principal aspecto é executar o roteamento dos pacotes entre fonte e destino,
principalmente quando existem caminhos diferentes para conectar entre si dois nós da
rede. Em redes de longa distância é comum que a mensagem chegue do nó fonte ao nó
destino passando por diversos nós intermediários no meio do caminho, e é tarefa do
nível de rede escolher o melhor caminho para essa mensagem.
A escolha da melhor rota pode ser baseada em tabelas estáticas, que são
configuradas na criação da rede e são raramente modificadas, pode também ser
determinada no início de cada conversação, ou ser altamente dinâmica, sendo
determinada a cada novo pacote, a fim de refletir exatamente a carga da rede naquele
instante. Na prática, os roteadores atualizam suas tabelas de roteamento de tempos em
tempos (30 segundos, no RIP).
Se muitos pacotes estão sendo transmitidos através dos mesmos caminhos, eles
vão diminuir o desempenho global da rede, formando gargalos. O controle de tais
congestionamentos é tarefa da camada de rede.
Normalmente, a transmissão de mensagens em redes de longa distância é cobrada
pela central pública que administra o serviço, e a contabilização é feita pela camada de
rede, que deve contar o número de pacotes ou bytes que o usuário utilizou a fim de
tarifar o sujeito.
Resumindo, as principais funções do nível de rede são as seguintes:
•Roteamento dos pacotes entre fonte e destino, mesmo que tenha que passar
por diversos nós intermediários durante o percurso;
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•Controle de congestionamento;
•Contabilização do número de pacotes ou bytes utilizados pelo usuário, para
fins de tarifação;
Com relação às redes broadcast (do tipo Ethernet), onde a informação é escutada
por todas outras estações, o roteamento não é necessário dentro da subrede, fazendo
com que a camada de rede seja muito simples. Caso não seja tarefa da subrede, o pacote
é enviado ao roteador default.
Exemplos de protocolos desse nível são o IPX, usado pelo Netware até a versão
5.0, o IP (Internet Protocol), que pertence à família de protocolos TCP/IP, e o PLP
(Packet Layer Protocol), referenciado no modelo OSI e utilizado nas redes X.25.
A principal diferença entre o protocolo IP e o PLP é que a transmissão de dados
no protocolo IP é orientada a datagramas (sem conexão), e no PLP é orientada à
conexão (onde um caminho virtual é estabelecido antes de iniciar a comunicação
propriamente dita).
Uma transmissão orientada a datagrama é menos confiável pois as mensagens não
seguem um caminho pré-determinado entre fonte e destino, podendo tomar caminhos
diferentes dependendo da decisão do roteador, que pode escolher diferentes rotas para
enviar cada pedaço da mensagem. Assim, nesse tipo de transmissão, não é garantido que
a mensagem chegue ao destino na mesma ordem que foi enviada, sendo uma tarefa das
camadas superiores a sua remontagem na seqüência correta. Dessa forma, uma
mensagem que foi transmitida e segmentada na seqüência 1, 2 e 3, pode chegar ao
destino na ordem 2, 3 e 1. Pode-se associar a transmissão orientada à datagrama com o
envio de uma mensagem por telegrama via correio. No corpo do telegrama constam
todos os dados necessários para o carteiro encontrar o endereço destino, e se forem
enviados vários telegramas, não se pode garantir qual deles chegará antes.
Na transmissão orientada à conexão, ao contrário, antes de se estabelecer a
transmissão de dados propriamente dita, é criada uma rota através da qual todos os
pacotes irão trafegar, dessa forma, a correta seqüência dos pacotes é garantida. Pode-se
associar a transmissão orientada à conexão com uma ligação telefônica: antes de se
estabelecer a comunicação entre origem e destino, é necessário a criação de uma
conexão física através de chaves comutadoras da central pública, e, após estabelecida
essa conexão, não é mais necessário o reforço do número discado até o término da
conversação, onde a conexão é desfeita.

Nível 4: transporte

O nível de transporte inclui funções relacionadas com conexões entre a máquina
fonte e máquina destino, segmentando os dados em unidades de tamanho apropriado
para utilização pelo nível de rede.
Sob condições normais, o nível de transporte cria uma conexão distinta para cada
conexão de transporte requisitada pelo nível superior. Se a conexão de transporte
requisitada necessita uma alta taxa de transmissão de dados, este nível pode criar
múltiplas conexões de rede, dividindo os dados através da rede para aumentar a
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velocidade de transmissão. Por outro lado, se é caro manter uma conexão de rede, a
camada de transporte pode multiplexar várias conexões de transporte na mesma conexão
de rede, a fim de reduzir custos. Em ambos os casos, a camada de transporte deixa essa
multiplexação transparente ao nível superior.
Existem várias classes de serviço que podem ser oferecidas ao nível superior, e,
em última instância, aos usuários da rede. A mais popular é uma comunicação através
de um canal ponto a ponto livre de erros, que envia as mensagens seqüencialmente, na
mesma ordem que elas foram recebidas. Existem outras classes permitidas, como o
envio de mensagens isoladas, sem garantia sobre a ordem da entrega, ou enviar
mensagens para múltiplos destinos (mensagens multicast). Atualmente, está se
popularizando uma classe de serviço que garante um atraso mínimo na transmissão e a
variação máxima do atraso entre pacotes, viabilizando assim aplicações de voz e vídeo
através da rede.
O nível de transporte é o primeiro que trabalha com conexões lógicas fim a fim,
ou seja, um programa na máquina fonte conversa com um programa similar na máquina
destino, diferentemente dos níveis anteriores, que conversavam somente com o nó
vizinho. Vale ressaltar que a conexão criada pelo nível de transporte é uma conexão
lógica, e os dados são transmitidos somente pelo meio físico, através do nível 1 do
modelo. Assim, os dados devem descer nível a nível até atingir o nível 1, para então
serem transmitidos à máquina remota.
Resumindo, as principais funções do nível de transporte são as seguintes:
•Criar conexões para cada requisição vinda do nível superior;
•Multiplexar as várias requisições vindas da camada superior em uma única
conexão de rede;
•Dividir as mensagens em tamanhos menores, a fim de que possam ser
tratadas pelo nível de rede;
•Estabelecer e terminar conexões através da rede.
Como exemplos de protocolos de nível de transporte da família TCP/IP temos o
TCP (Transfer Control Protocol), orientado à conexão e mais confiável, e o UDP (User
Datagram Protocol), orientado a datagrama e menos confiável. O protocolo
especificado pela ISO nesse nível é o TP4.






Nível 5: sessão

A função do nível 5 do modelo OSI é administrar e sincronizar diálogos entre dois
processos de aplicação. Este nível oferece dois tipos principais de diálogo: half-duplex e
full-duplex.
Uma sessão permite transporte de dados de uma maneira mais refinada que o nível
de transporte em determinadas aplicações. Uma sessão pode ser aberta entre duas
estações a fim de permitir a um usuário se logar em um sistema remoto ou transferir um
arquivo entre essas estações. Os protocolos desse nível tratam de sincronizações
(checkpoints) na transferência de arquivos.
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Um exemplo de protocolo que se enquadra neste nível é o RPC (Remote
Procedure Call).

Nível 6: apresentação

A função do nível 6 é assegurar que a informação seja transmitida de tal forma
que possa ser entendida e usada pelo receptor. Dessa forma, este nível pode modificar a
sintaxe da mensagem, mas preservando sua semântica. Por exemplo, uma aplicação
pode gerar uma mensagem em ASCII mesmo que a estação interlocutora utilize outra
forma de codificação (como EBCDIC). A tradução entre os dois formatos é feita neste
nível.
O nível de apresentação também é responsável por outros aspectos da
representação dos dados, como criptografia e compressão de dados.

Nível 7: aplicação

O sétimo nível, o de aplicação, fornece ao usuário uma interface que permite
acesso a diversos serviços de aplicação, convertendo as diferenças entre diferentes
fabricantes para um denominador comum.
Por exemplo, em uma transferência de arquivos entre máquinas de diferentes
fabricantes, podem haver convenções de nomes diferentes (DOS tem uma limitação de
somente 8 caracteres para o nome de arquivo, UNIX não), formas diferentes de
representar as linhas, e assim por diante. Transferir um arquivo entre os dois sistemas
requer uma forma de trabalhar com essas incompatibilidades, e essa é a função do nível
de aplicação.
O nível de aplicação sem dúvida nenhuma é o nível que possui o maior número de
protocolos existentes, devido ao fato de estar mais perto do usuário, e os usuários
possuírem necessidades diferentes. Algumas aplicações deste nível são transferência de
arquivos, correio eletrônico e terminais virtuais, entre outras.
Exemplos de protocolos deste nível são o NFS (Network File System), o X.400, o
SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), bases de dados distribuídas, telnet, FTP (File
Transfer Protocol), SNMP (Simple Network Management Protocol), CMIP (Common
Management Information Protocol), X.500 e assim por diante.



Referências: Senac-MG, UNISINOS - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
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É por isso que ele era chamado de ' O GRANDE'


Os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:


1, Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2, Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;

3, Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:


1, Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2, Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3, Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.


Pense nisso....
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Segundo Claude Elwood Shannon a idéia foi desenvolvida na sua tese de mestrado de 1938, premiada e publicada numa revista científica, onde podemos definir conforme texto abaixo.


Prof. Dr. Shannon está indubitavelmente entre os mais brilhantes cientistas do período pós-guerra (2ª Guerra), e suas contribuições tem conduzido a uma verdadeira revolução, não só na Ciência, mais também na vida cotidiana dos habitantes do planeta.
Shannon provou os principais resultados e estabeleceu os limites que se pode esperar sobre Codificação de fontes, Codificação de canal e Criptografia. Estabeleu a moderna teoria das Comunicações, e criou um novo ramo da Matemática. Em um artigo de 1948 (publicado nos Proc. of the IRE), ele apresentou uma prova para o Teorema da Amostragem, base para os Conversores A/D e D/A. Ele inventou não apenas a Teoria da Informação, mais foi também um pioneiro no uso de Álgebra Booleana aplicada em Engenharia Elétrica, isto é, foi o criador da Eletrônica Digital (em sua Tese de Mestrado!). Sua Tese de PhD abordou aspectos Matemáticos da transmissão Genética, sendo um dos pioneiros em Engenharia Genética. Adicionalmente, teve inúmeras contribuições relevantes e pioneiras em assuntos como Inteligência Artificial, Cibernética e outros assuntos.


ESTUDANDO BOOLE...

Interessado em problemas da computação, estudou Álgebra de Boole, a álgebra de cálculo lógico baseada na dicotomia zero-um (falso-verdadeiro).

No intervalo da atividade acadêmica trabalhou nos célebres Laboratórios Bell, onde estudou problemas de comunicação elétrica. Teve então a idéia pioneira de reduzir o conteúdo da informação a sequências de zeros e uns e de tratá-la segundo as regras da LÓGICA de BOOLE. "Até hoje, ninguém tinha sequer se aproximado dessa idéia", disse mais tarde o seu colega Robert Gallager, "foi um avanço que, sem ele, teria demorado muito a ser conseguido". A idéia foi desenvolvida na sua tese de mestrado de 1938, premiada e publicada numa revista científica. São apenas 11 páginas, mas condensadas com as inovações essenciais, e sem rodeios nem repetições.

Concluído o mestrado, Vannevar Bush sugeriu-lhe que continuasse os estudos no departamento de matemática do MIT. Percebeu então que a genética era um ramo científico com grande potencial de tratamento matemático. Sempre interessado nas aplicações, concluiu uma tese de doutoramento sobre Uma Álgebra da Genética Teórica. Apesar da sua notória dificuldade com línguas estrangeiras, exigidas para a graduação, Shannon consegue seus graus de mestre em Engenharia Eletrotécnica e de doutor em Matemática em 1940.

Terminados os estudos, Dr. Shannon foi trabalhar para o Instituto de Estudos Avançados de Princeton com o matemático Hermann Weyl (1885-1955). Passou depois para os Bell Labs, em Nova Jersey, onde trabalhavam muitos cientistas extraordinários, como John Pierce, um dos criadores da comunicação por satélite, Harry Nyquist, pioneiro do tratamento de sinais, e os inventores do transístor, Brattain, Bardeen e Shockley. Trabalhou em várias áreas: sistemas automáticos de defesa aérea, sensores ópticos, criptografia e, acima de tudo, teoria da informação.

TEORIA MATEMÁTICA DA COMUNICAÇÃO

No seu trabalho Uma Teoria Matemática da Comunicação, publicado em 1948 na revista Bell System Technical Journal, abriu uma área nova e inédita na matemática. Esta área surgiu essencialmente completa, com as definições e conceitos básicos formulados, com os teoremas e resultados fundamentais já estabelecidos e, o mais espantoso, sem precedentes visíveis na literatura existente na época. Raras vezes isso acontece, pois os avanços da ciência, mesmo que geniais, podem habitualmente se referir a problemas há muito discutidos ou a teorias em gestação.Nesse trabalho Shannon desenvolve a teoria da informação e transmissão de sinais digitais, baseados em sequências de zeros e uns.

É aí que define "o problema fundamental da comunicação como o de reproduzir num local, de forma aproximada ou exata, uma mensagem selecionada noutro local". Estabeleceu então o esquema de transmissão de informação hoje clássico, com uma mensagem que parte de uma fonte, é codificada e emitida por um transmissor, passa por um canal de comunicação, sofre perturbações designadas por ruídos, e chega depois ao receptor, passando por um sistema de decodificação. Ao falar de "uma mensagem selecionada", Shannon refere-se a uma sequência informativa que pode ser escolhida entre muitas outras, que aparecerão com iguais ou diferentes probabilidades. Define então a quantidade de informação com base na sua incerteza ou dificuldade de previsão.

Suponha, por exemplo, que um emissor transmite a mensagem "bom dia", letra por letra. Ao emitir as primeiras letras, há uma expectativa da parte do receptor, que vê surgir as letras "b", "o", "m", um espaço, e depois "d" e o "i". O "a" final é quase inútil, pois sua probabilidade de ocorrência é tão grande, para dar sentido à sequência anterior, que a quantidade de informação transmitida por essa letra é muito menor que a transmitida pelas primeiras. Para medir a quantidade de informação, Shannon criou o conceito de entropia, diferente do conceito homônimo encontrado em termodinâmica. Porque esta denominação foi escolhida? Ao que parece, foi o matemático norte-americano de origem húngara, John von Neumann (1903-1957), quem sugeriu este termo. Teria dito, ironicamente, "deve chamá-la de 'entropia' por duas razões: primeiro, porque essa mesma função matemática já é utilizada em termodinâmica, com esse nome; segundo, e mais importante, porque pouca gente sabe realmente o que é entropia e, se usar esse termo numa discussão, sairá sempre ganhando."


O IMPACTO NAS TRANSMISSÕES

Com o conceito de entropia pode-se definir a quantidade de informação transmitida e os limites ótimos de compressão dessa informação. Em 1948, quando Shannon anunciou a sua nova teoria matemática, o cabo elétrico de "banda mais larga" então existente podia transmitir 1800 conversas telefônicas simultâneas. 25 anos mais tarde, um cabo telefônico podia transmitir 230 mil conversas simultâneas. Hoje, uma nova fibra ótica da Lucent (Bell Labs), com a espessura de um cabelo humano, pode comportar 6,4 milhões de conversas. No entanto, mesmo com esta largura de banda, os limites teóricos de capacidade de canal determinados por Shannon estão muito além dos praticados. Os engenheiros sabem que ainda há muito o que melhorar.

Embora sua teoria seja bastante técnica, vejamos um exemplo da utilidade que tem tal unidade de informação. Voltemos ao problema que motivou os estudos de Shannon: o problema da capacidade de comunicação de um canal transmissor.
A solução do problema é resumida numa fórmula, hoje básica da Teoria da Informação, a chamada fórmula de Shannon:

ela dá a velocidade máxima Cmax ( em bits por segundo ) com que sinais de potência S watts podem passar por um canal de comunicação, o qual deixa passar sem distorção apenas os sinais de frequência até B hertz, e o qual produz ruídos de potência no máximo N watts ( e esses ruídos são do tipo usual, chamado ruído branco ).

Vejamos um exemplo numérico importante: o caso das linhas telefônicas analógicas, essas que comumente encontramos aqui no Brasil. Elas são construídas para passar voz humana, frequência de até 3 400 hertz. Consequentemente:

* para uma relação S/N = 100 temos:
Cmax = 3400 log2 ( 101 ) = 22 600 bits/seg
* para uma relação S/N = 1 000 temos:
Cmax = 3400 log2 ( 1001 ) = 33 900 bits/seg

Dá para V. começar a entender as limitações do modem ligado em seu computador ?

Conhecendo a capacidade de um canal usando os conceitos da Teoria da Informação de Shannon, pode-se melhorar a transferência de um sinal e filtrar o ruído, alcançando uma confiabilidade maior. O meio mais simples de contornar o ruído é a repetição. Shannon demonstrou que, numa transmissão em que os erros acontecem com determinada probabilidade, pode-se diminuir a probabilidade de erro até ao ponto desejado introduzindo redundância na informação. Para isso, enquanto o canal estiver funcionando abaixo da sua capacidade teórica, o caminho consiste em melhorar a codificação, dando-lhe uma forma mais compacta, e em introduzir sistemas de correção de erro.

Um destes sistemas é o concebido pelo matemático norte-americano Richard W. Hamming (1915-1998) em 1950, atualmente utilizado na transmissão de pacotes digitais de informação com bits adicionais de controle em cada "palavra" base (byte).


Shannon define um sistema de comunicação como tendo cinco
Um sistema de comunicação.
componentes:
fonte de informação, que produz uma sequência de mensagens;
(i) uma
(ii) um
transmissor, que executa uma determinada operação sobre a mensagem de modo a
produzir um sinal que possa ser transmitido através do canal;
canal, que é o meio usado para levar o sinal do transmissor para o receptor;
(iii) um
receptor, que executa a operação inversa do transmissor, reconstruindo a
(iv) um
mensagem a partir do sinal;
(v) um
destinatário, a pessoa (ou coisa) a quem a mensagem se dirige.
O trabalho da sua teoria matemática da comunicação é representar cada uma dessas
componentes como entidades matemáticas.








CURIOSIDADES ...

Em 1956, mantendo seu trabalho nos laboratórios da Bell, Shannon aceitou o cargo de professor no MIT, atividade que exerceu durante muitos anos. Seus alunos lembram-se dele como sendo "um espírito matemático por excelência". No quadro negro "escrevia poucas fórmulas e falava muito". Preocupava-se com os conceitos e simplificava ao máximo a simbologia. Onde outros professores usariam símbolos e mais símbolos, índices e mais índices, Shannon colocava duas ou três letras e incentivava os alunos a perceber as relações matemáticas que essas letras traduziam.



Baseado nessas referências podemos concluir a importância do estudo da matemática em um curso de tecnologia.


Referências bibliográficas: http://200.19.92.57/wschui/goodbit/shannon.htm




__________________
Bruno Luiz A de Paiva
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O método consiste em:

1-Colocar todos os candidatos num galpão

2-Disponibilizar 200 tijolos para cada um.

3-Não dê orientação alguma sobre o que fazer.

4-Tranque-os lá.



*Após seis horas, volte e verifique o que fizeram.*

Segue a análise dos resultados:

1 - Os que contaram os tijolos, contrate como contadores.

2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.

3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros.

4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de
entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação Controle de
Produção.

5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em
Operações.

6 - Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.

7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando
montá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação.

8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, são dos
Recursos Humanos.

9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque mas a
concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são
vendedores natos.

10 - Os que já tiverem saído, são gerentes.

11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito,
são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.

12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando
que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os com
muito respeito e coloque-os na Diretoria.

13 - Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamento de
Marketing.

14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são advogados,
encaminhem ao Departamento Jurídico.

15 - Os que reclamarem que os tijolos 'estão uma porcaria, sem
identificação, sem padronização e com medidas erradas', coloque na
Qualidade.

16 - Os que começarem a chamar os demais de 'companheiros' , elimine-os
imediatamente antes que criem um sindicato.
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Recentemente temos observado o crescimento e a popularização da internet no âmbito geral e principalmente nas classes de baixa reda. Todo esse contexto tende a caminha para uma globalização das informações, pois as matérias se divulgam de forma rápida e ampla. De acordo com o texto publicado na folha de são Paulo “A internet e a democracia brasileira” podemos observar que existe ainda muita área a se desenvolver ou ate mesmo ser criada, pois exemplo no Brasil nas ultimas eleições houve uma grande controvérsia quanto a utilização da internet para divulgação de campanhas eleitorais, em alguns casos houve ate duvida do que era permitido ou não sendo assim inibindo o aproveitamento total da ferramenta, para divulgação. Existem hoje projetos na câmara do senado para regularizarem este meio para que possa ser usado de uma forma ampla e com as restrições que são necessárias, com todas essas oportunidade pequenos partidos poderiam efetuarem suas campanhas num meio que anda em crescimento e de forma mais barata, pois o que se pode ver hoje e que, os pequenos partidos, por falta ate mesmo de verba tende a terem menos espaço de divulgação na mídia. Como foi observado na ultima eleição presidencial nos EUA, o uso da internet foi de importância para a campanha do atual presidente Barack Obama, ocasionando uma ampla divulgação de sua campanha em escala global.


“A Riqueza da internet reside justamente na libertadade de expressão que ela oferece e na horizontalidade de seus desenhos, inclusivo e transparente. È hora de observar para que não ocorra a invalidade dos efeitos positivos da proposta, o que frustraria a grande expectativa da sociedade”



Bibliografia: Folha de São Paulo Domingo, 13 de setembro de 2009 Opinião – A tendência e debates.
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No momento em que os Estados Unidos perdem o segundo de seus 5 ônibus espaciais (A Challenger explodiu no lançamento, em 28 de janeiro de 1986, e a Columbia se desintegrou durante a reentrada na atmosfera, em 1 de fevereiro de 2003, tendo restado em operação a Discovery, a Endeavour e a Atlantis), evidenciando o altíssimo risco envolvido nas missões ao espaço, é interessante se resgatar discussões inacabadas sobre a consistência e autenticidade das informações divulgadas pela NASA sobre o Programa Espacial norte-americano, mais especificamente as missões Apolo à Lua.

Desde que foram publicadas as primeiras imagens (fotografias e vídeos) da anunciada chegada do homem à Lua, na missão Apolo XI, em 20 de julho de 1969, muitas questões foram levantadas sobre a falta de coerência das informações oficiais. Estas indagações foram reforçadas pela análise do material publicado após as 5 missões subseqüentes. Ao longo dos últimos 30 anos, impossibilidades físicas para a ida do homem à Lua têm sido constatadas, e agregadas ao rol de interrogações que põem em dúvida a veracidade da conquista.

Apesar do solene desprezo que o governo americano e os grandes veículos de comunicação dedicam ao assunto, relegando-o ao patamar das teorias conspiratórias sobre OVNI's e extraterrestres, os questionamentos levantados são de tal forma intrigantes e contundentes que vale à pena conhecê-los e debatê-los.

Os pontos principais abordados nestes questionamentos estão sintetizados a seguir. Digitalizações de fotografias divulgadas pela NASA são apresentadas sempre que necessário, com o respectivo link para a página da Agência Espacial Americana onde estão publicadas.

1. Em decorrência da total inexistência de atmosfera, na superfície lunar não ocorre a formação de penumbras (não há difração da luz).Todo cientista ou astrônomo que já examinou a superfície da Lua por meio de telescópios adequados pôde constatar que apenas a superfície dos objetos (crateras e formações rochosas) banhada diretamente pela luz do Sol é visível. Quaisquer objetos que se situem em regiões de sombra estarão imersos em total escuridão. Isto significa que, se uma nave ou um astronauta na superfície da Lua fossem iluminados pela luz solar em incidência oblíqua (um Sol de início da manhã ou fim de tarde lunar), apenas metade - o lado voltado para o Sol - da nave ou do astronauta seriam visíveis, ficando o lado oposto completamente oculto. Em nenhuma das fotografias e filmes divulgados pela NASA nas 6 missões Apolo este fenômeno é observado. Em todas as imagens onde sombras estão presentes ocorre a formação de penumbras, sendo perfeitamente possível observar detalhes de objetos que se encontram fora da incidência direta da luz solar. Observe, por exemplo, "AS11-40-5850" (NASA), anunciada como sendo a primeira fotografia feita na superfície lunar, registrada por Armstrong pouco depois do pouso da miss‹o Apolo XI. A luz do Sol está incidindo por trás do Módulo, mas detalhes deste na sombra são perfeitamente visíveis. Em "AS11-40-5869" (NASA), o astronauta Edwin Aldrin deveria estar imerso em total escuridão.

2. Na Lua, a única fonte de luz é o Sol. Como em nenhuma das missões Apolo foram levados holofotes, refletores ou qualquer outra fonte de luz artificial, as sombras de todos os objetos fotografados ou filmados na superfície lunar deveriam, necessariamente, ser paralelas. Não é o que observa em muitos dos registros fotográficos divulgados.
Um exemplo clássico é a imagem registrada em "AP11-s69-40308" (NASA), que mostra a sombra dos astronautas Armstrgong e Aldrin não paralelas e com comprimentos diferentes. Pela análise das fotografias "AS11-40-5875" (NASA) e "AS11-40-5905" (NASA), que registram o mesmo local por ângulos diferentes, é possível observar que o terreno em volta da bandeira é perfeitamente plano, o que invalida a explicação dada por defensores da versão oficial de que o "fenômeno" foi causado por uma elevação do solo.

3. Observe a fotografia "AS17-146-22367<" (NASA), da missão Apolo XVII. Embora existam pegadas do astronauta em volta de todo o veículo lunar, não existem rastros dos pneus (isso fica perfeitamente evidente observando-se o pneu dianteiro direito). Além do veículo ser bem mais pesado que o astronauta, necessariamente deveria ter chegado lá com o astronauta o dirigindo, o que faria com que as marcas dos pneus fossem bem mais profundas que as pegadas. Uma amostra de como os rastros dos pneus deveriam estar visíveis pode ser observada em "AS17-134-20379" (NASA).

4. A órbita da Lua ao redor da Terra tem uma particularidade interessante: a combinação de seus movimentos de rotação e translação faz com que a Lua tenha sempre o mesmo hemisfério voltado para aterra, ficando o hemisfério oposto permanentemente oculto para nós (daí a expressão "O lado escuro da Lua", título de um dos melhores discos da história do rock). Esta órbita peculiar tem, como decorrência, o fato de que a Terra é um astro com posição fixa no horizonte lunar. Se uma base vier a ser construída na Lua, a Terra, vista por uma janela, estará eternamente na mesma posição em relação ao horizonte. Esta exatidão astronômica não ocorre em fotos das missões à Lua. Na fotografia "AS17-137-20960" (NASA), por exemplo, a Terra possui uma elevação aproximada em relação ao horizonte de 16°.
Como o cálculo de posicionamento dos astros em relação ao horizonte é dominado pelo homem já h‡ alguns séculos, e tem sido utilizado para determinação de horário e de posicionamento em circunavegações, é relativamente simples obter a real elevação da Terra em relação ao horizonte lunar em um determinado ponto da Lua. Dado que o local de pouso para a Apolo XVII foi divulgado como sendo de 20,2°N e 30,8°E (em coordenadas lunares), a terra deveria possuir uma elevação real em relação ao horizonte de aproximadamente 54°, um ângulo mais de três vezes maior que o registrado na imagem.

5. A atmosfera, responsável pela difusão da luz solar, dá origem a dois fenômenos que ocorrem durante o dia na Terra: a coloração azul do céu e a impossibilidade de se ver as estrelas. Na Lua, que não possui atmosfera, o céu é visto permanentemente escuro e com estrelas (como nas noites terrestres), mesmo durante o dia lunar. Mais que isso: independente de o Sol estar presente, as estrelas devem ser vistas na Lua com uma intensidade jamais observada na Terra, visto que seus raios luminosos não sofrem difusão. Em todas as fotografias e filmes divulgados nas 6 missões Apolo, no entanto, não há uma única estrela presente além do Sol. Um céu estrelado seria uma garantia definitiva de autenticidade das imagens lunares, visto que cada fotografia ou filme deveria mostrar uma configuração de estrelas e constelações passível de verificação por meio dos mapas estelares já bem conhecidos por astrônomos. No entanto, como visto, nem mesmo o Sol ocupava a posição devida nas imagens das missões Apolo.
Adicionalmente, seria de se esperar que astronautas na Lua fizessem comentários entusiasmados sobre o esplendor do céu lunar (como fez Iury Gagarin, em 12 de abril de 1961, na mais espontânea das frases célebres, "A Terra é azul"), o que não ocorreu em nenhuma das missões.

6. A gravidade na Lua é 6 vezes menor que na Terra, e, portanto, qualquer objeto lá deverá pesar um sexto de seu peso de partida. Presumindo que os astronautas conseguissem, na Terra, dar saltos de meio metro de distância (o que é bastante factível, posto que os trajes espaciais das missões Apolo eram pouco volumosos), deveriam, na Lua, conseguir sem muito esforço realizar saltos de três metros de distância. De forma análoga, supondo que conseguissem realizar saltos de 25 centímetros de altura em gravidade nativa, deveriam conseguir se elevar um metro e meio em relação ao solo na Lua. Em filmes das missões Apolo divulgados, os saltos realizados pelos astronautas são impressionantemente semelhantes a saltos que fossem dados na Terra, tendo como única diferença a velocidade reduzida dos movimentos (câmara lenta). Analise, por exemplo, o vídeo "apo16" NASA .

7. A principal proteção que os seres vivos na terra possuem contra as radiações nocivas provenientes do espaço não é, ao contrário do senso comum, a camada de ozônio ou a atmosfera terrestre (embora estas também possuam papel fundamental nesta defesa). Os pouco conhecidos Escudos de Van Allen, também referenciados como Cinturões de Radiação de Van Allen ("Van Allen Shields" / "Van Allen Radiation Belts"), filtram uma parcela substancialmente maior de radiações cósmicas que os dois primeiros. Com formatos semelhantes ao de uma casca de maçã - ou, para os mais familiarizados, às linhas de força de um campo magnético , os escudos de Van Allen constituem uma região do espaço com altíssima concentração de partículas radioativas, existentes graças ao campo magnético da Terra. Com altura mínima de 400 Km, sobre os pólos, e 1.200 Km sobre a linha do equador, delimitam a fronteira entre duas regiões de receptividades à existência de vida diametralmente opostas. Ao contrário do espaço interior aos escudos, que hospeda toda a vida na Terra, o espaço exterior - onde se situa a Lua - é de uma inospitalidade e agressividade absurdamente brutal. O espaço, nesta região, é altamente radioativo (intensa concentração de raios Gama e raios X, os mesmos emitidos pelo Urânio, Plutônio, Césio e outros materiais usados em artefatos atômicos). Em épocas de máxima atividade na superfície do Sol (elevado volume de labaredas solares, ou "solar flares"), a radioatividade no espaço exterior aos escudos pode atingir índices de 375 rem por dia (1 rem, ou roentgen equivalent mammal, expressa a quantidade de qualquer radiação ionizante que, absorvida por organismos vivos, equivale ao efeito biológico de 1 roentgen de raios X). A Agência Internacional de Energia Atômica determina, como dosagens seguras para exposição humana, o limite de 0,1 rem por ano, admitindo um máximo de 0,5 rem em um único ano, desde que a dosagem média em 5 anos contíguos não exceda o limite de 0,1 rem. O Sol passa por períodos alternados de máximos e mínimos volumes de atividades com um intervalo de 11,2 anos, e um pico de atividade solar se registrou justamente no ano de 1970. Ou seja, os astronautas das missões Apolo teriam sido submetidos a índices de radiação de 375 rem por dia, quando o limite aceitável para os humanos normais é de 0,5 rem por ano! Sob tais condições, nenhum ser vivo resistiria a algumas poucas horas de viagem além dos escudos de Van Allen, mesmo que protegido no interior de naves espaciais. Os astronautas lunares nem ao menos foram afetados por câncer, leucemia ou queimaduras, nem há registro de ocorrências de náuseas ou vômitos.
Outra constatação interessante: além dos 21 afortunados cidadãos americanos que foram enviados à Lua (em 6 missões divulgadas como bem sucedidas, além da problemática Apolo XIII, cada uma com 3 tripulantes a bordo), nenhum outro ser vivo jamais ultrapassou os limites dos cinturões de radiação de Van Allen até hoje, aí incluídos os heróicos e sempre desbravadores cachorros, macacos e organismos microscópicos. Todas as missões dos ônibus espaciais realizadas até hoje se mantiveram, prudentemente, à altitude segura de cerca de 300 Km, mesma região orbital das estações Skylab, MIR, da Estação Orbital Internacional e até do telescópio Hubble. Ressalte-se que a Lua fica a mais 350.000 Km da Terra!

8. Outra característica do espaço exterior ao escudo de Van Allen extremamente agressiva à presença devida é a impressionante diferença de temperatura entre uma superfície que esteja exposta e outra protegida da incidência de raios solares. Uma nave estática no espaço terá sua superfície exposta ao Sol submetida a temperaturas de 115°C,enquanto o lado que permanecer na sombra enfrentará -160°C. Por este motivo, todas as sondas espaciais não tripuladas já enviadas ao espaço para vôos sem retorno foram projetadas para girarem em torno de seu próprio eixo, de modo a alternarem constantemente as superfícies expostas ao Sol e à sombra.
Para que qualquer veículo espacial venha a permanecer em segurança no solo de um outro planeta, ou mesmo na Lua, é necessário que possua algum mecanismo que lhe permita, mesmo pousado, manter toda a sua estrutura em movimento giratório. Alternativamente, deverá possuir uma fuselagem que resista às estúpidas variações de temperatura ambiente. A mesma exigência de rotação constante ou elevada capacidade de isolamento térmico se aplica aos astronautas e seus trajes.
Nas missões Apolo, absolutamente nenhuma proteção contra as violentas variações de temperatura (115°C no peito de um astronauta que estivesse de frente para o sol, contra -160°C em suas costas) são constatadas.
Outra observação importante relativa às variações de temperatura: até os dias atuais, nenhum fabricante de equipamentos fotográficos ou de vídeo anunciou câmeras ou filmes (películas) que tivessem capacidade de operar em condições tão adversas. Nas missões Apolo, as câmeras eram acopladas ao peito dos astronautas, externamente aos trajes espaciais (que, por si só, não dispunham de proteção térmica efetiva conhecida). Todas as fotografias e vídeos divulgados pela NASA, sob esta perspectiva, n‹o poderiam ter sido obtidas na Lua.

9. O Módulo Lunar ocupa um lugar de destaque nas dúvidas quanto à veracidade dos pousos na Lua, e não apenas pela sua incapacidade de proteger seus ocupantes da radioatividade ou de resistir às variações de temperatura na superfície lunar. As operações de pouso e decolagem na Lua merecem ser cuidadosamente analisadas.
Antes que sejam abordadas as incoerências deste componente da Missão, impressione-se com sua "robustez", na fotografia em close disponível em "AS17-134-20463" (NASA). O Módulo dá a impressão de ter sido montado com tubos metálicos, lona plástica e finas camadas de lata.
Ao contrário do que as imagens e animações sempre divulgadas sobre as anunciadas chegadas e partidas da Lua dão a entender, apenas por obra e graça Divina o Módulo Lunar conseguiria flutuar tranqüilamente até quase tocar na superfície, sendo necessários apenas uns poucos e sutis sopros de turbina para que um pouso suave e perfeito ocorresse. Um pouso na Lua é, na realidade, uma completa queda livre. Consideradas a força de gravidade e a altura do campo gravitacional da Lua, o impacto no solo deveria ocorrer com uma velocidade próxima dos 2,38 Km/s (velocidade de escape do campo gravitacional da Lua), aproximadamente 8.500 Km/h! Esta velocidade final de queda teria que ser completamente compensada pelo jato constante e de alta potência gerado pela turbina do Módulo. De forma análoga, o Módulo Lunar deveria decolar do solo e vencer todo o campo gravitacional da Lua graças ao empuxo que fosse gerado por sua turbina. Ressalte-se, ainda, que os Módulos Lunares pesavam (na Terra), segundo a NASA, 14.515 Kg nos três primeiros pousos e 16.330 Kg nos três últimos. Apenas para reforçar o entendimento da dinâmica envolvida na alunissagem: caso não houvesse um constante e poderoso empuxo de turbina para controlar a descida, o Módulo Lunar seria um objeto sólido com peso lunar superior a 2,5 toneladas atingindo a superfície a mais de 8 mil kilômetros por hora!
Dessa constatação, duas observações podem ser feitas: (i) nos filmes que registram, de dentro do Módulo Lunar, os pousos e decolagens na Lua das missões Apolo, não se ouve absolutamente nenhum ruído de fundo e nem se observam trepidações. Os astronautas narram, sob o mais absoluto silêncio e estabilidade da câmara, os procedimentos de descida ou decolagem (confira em apo16_salute.mpg). Dadas as dimensões reduzidas do Módulo, o ensurdecedor rugir de uma turbina deveria impedir qualquer tripulante de ouvir até mesmo sua própria voz; e (ii) tanto um pouso quanto uma decolagem da Lua deveriam causar uma severa perturbação nas rochas e areia situadas nas proximidades do ponto de contato. Uma cratera deveria ser perfeitamente visível sob o centro do Módulo, o que não ocorre em nenhuma das imagens divulgadas. Veja, por exemplo, a fotografia "AS11-40-5872" (NASA), na qual a extremidade da turbina pode ser vista, e o solo imediatamente sob ela demonstra nunca ter sido perturbado. Após o pouso, o Módulo deveria ter areia acumulada sobre os quatro discos de apoio no solo, bem como sobre todas as reentrâncias horizontais existentes em praticamente toda a superfície do Módulo. O que se verifica, no entanto, é um Módulo Lunar absolutamente limpo e reluzente após o pouso. Constate em "AS11-40-5917" (NASA). Por fim, a patética fantasia divulgada pela NASA de que "a primeira pegada do homem na Lua permanecerá lá indefinidamente" é infundada, visto que o robusto empuxo da turbina durante a decolagem certamente causaria a remoção de quaisquer marcas no solo próximo ao ponto de partida.

10. Há outro problema ainda mais sério no Módulo Lunar, relacionado à sua dinâmica de vôo. O Módulo possui um desenho completamente disforme e assimétrico, com uma única turbina propulsora de 15.000 N (3.500 lb) de empuxo instalada verticalmente no ponto central de sua base (havia também, 4 conjuntos de 4 pequenas turbinas, para as manobras de acoplagem com o Módulo Orbital Lunar, onde permanecia o terceiro astronauta da missão). Para que o Módulo possa efetuar um vôo ascendente ou descendente estável, é absolutamente imprescindível que o centro de gravidade do Módulo esteja perfeitamente alinhado com o eixo da turbina. Qualquer deslocamento milimétrico que haja entre o centro de gravidade e o eixo da turbina fará com que o Módulo perca a estabilidade do vôo e passe a desenvolver "cambalhotas", como alguns fogos de artifício (que usam exatamente o princípio de centro de gravidade deslocado em relação ao eixo da propulsão), até o impacto descontrolado com o solo.
Este alinhamento tênue no Módulo poderia ser comprometido até pelos movimentos de um tripulante em seu interior ou pela redistribuição do peso do combustível em decorrência da queima, e certamente não resistiria às mudanças de peso na carga antes e depois do pouso, causadas pelo abandono do veículo lunar e outros equipamentos, e carga de pedras para transporte à Terra. Por oportuno, observe uma fotografia em close do Jipe lunar, em "AS17-134-20477" (NASA), e tente imaginar como ele poderia ter sido transportado - mantendo a estabilidade do conjunto - pelo esquálido Módulo Lunar.
Para que o Módulo Lunar pudesse ter um equilíbrio estável, deveria possuir no mínimo três turbinas (ou três "pontos de apoio" em vôo), formando um triângulo equilátero, e o mais distante possível umas das outras. Mesmo em foguetes, nos quais o centro de gravidade é perfeitamente alinhado com o eixo de propulsão devido à sua simetria e formato longilíneo, é comum a adoção de três ou mais fontes propulsoras. Observe, por exemplo, o foguete brasileiro VLS (Veículo Lançador de Satélites, que até hoje n‹o realizou um único vôo bem sucedido), com 4 turbinas, ou o francês Ariane 4, com 6 pontos de propulsão.

11. Ao longo dos anos 50 e 60, norte-americanos e russos efetuaram dezenas de testes de lançamento de foguetes não tripulados, até que adquirissem a experiência e segurança necessária para enviar homens ao espaço. Ainda assim, acidentes com mortes ocorreram em ambos os programas espaciais. Partindo do pressuposto de que os Módulos Lunares pudessem voar de forma controlada com uma única turbina, é intrigante saber que eles nunca foram submetidos a nenhum teste de v™o na terra. O anunciado pouso da missão Apolo XI na Lua teria sido não só a primeira experiência de vôo do Módulo Lunar, como também o primeiro pouso de uma nave espacial utilizando propulsão própria (em todos os retornos de missões espaciais à terra já realizados até hoje, sempre foi utilizada a atmosfera terrestre para frear a queda livre, seja através de pára-quedas ou de asas para provocar o efeito de planagem)!

12. A menos que as leis da física não se apliquem à Lua, as imagens divulgadas pela NASA sobre as decolagens dos Módulos lunares são de uma falta de verossimilhança estarrecedora. Observe, por exemplo, o vídeo "apo15i", no qual ocorre uma pequena explosão sob o Módulo que o leva a, milagrosamente, iniciar um movimento de levitação. Novamente pressupondo que o Módulo Lunar pudesse se manter em vôo controlado, uma decolagem real da Lua deveria, necessariamente, apresentar as mesmas características das decolagens verticais que estamos habituados a ver aqui na Terra: igni�‹o dos propulsores, seguido do devastador deslocamento de partículas sob a nave em decorrência do potente empuxo gerado, e, só aí, o lento início do movimento de subida, com a velocidade aumentando progressivamente à medida em que a nave fosse ganhando altitude.

13. Muitos pesquisadores buscaram maiores detalhes construtivos do Módulo Lunar, para compreender como foi possível acondicionar, naquele espaço reduzido, a turbina de propuls‹o, ambiente vital para dois tripulantes, câmara de descompressão, tanques para combustível suficiente ˆs complexas opera�›es de pouso e decolagem, e compartimento de carga. Observe duas fotografias com o Módulo quase completamente visível, "AS11-40-5873" (NASA) e "AS11-40-5872" (NASA). No entanto, a companhia contratada pela NASA para desenvolvê-lo, a "Grumman Aircraft Corporation", informou que todos os desenhos e plantas originais utilizados na construção, verdadeiros documentos históricos, simplesmente se perderam com o passar dos anos!

14. Os próprios defensores da versão oficial sugerem que os americanos apontem as poderosas lentes do telescópio Hubble (também ele em órbita de aproximadamente 300 Km de altitude) para a Lua, com objetivo de registrar imagens dos equipamentos presumidamente deixados pelas missões Apolo. Isto geraria provas definitivas da veracidade das missões, pondo fim às incômodas e embaraçosas desconfianças. A NASA alega que o reflexo do Sol na superfície lunar poderia danificar o telescópio. No entanto, fotografias da Lua registradas pelo Hubble podem ser encontradas no próprio site oficial do telescópio.

15. Os ônibus espaciais já realizaram 113 missões ao espaço, incluindo os fatídicos últimos vôos da Challenger e da Columbia. Será que ninguém nunca se perguntou por que eles nunca prosseguiram até a lua, se isso é perfeitamente possível pelo aspecto técnico? Os colossais foguetes Saturno, em cuja extremidade superior ficava as naves Apolo, tinham como único objetivo escapar da atração gravitacional da Terra. Isso os ônibus espaciais já fazem. Vencida esta barreira, as naves Apolo teoricamente voavam por inércia até a Lua, o que também é passível de realização pelos ônibus espaciais. Por fim, as Apolo permaneciam em órbita lunar, com um dos tripulantes a bordo, enquanto os raquíticos Módulos Lunares desciam à superfície com os outros dois. Os ônibus espaciais também poderiam permanecer em órbita lunar, e têm espaço disponível para transportar com folga até dois Módulos Lunares das missões Apolo.

16. A União Soviética sempre teve um programa espacial mais avançado que o dos Estados Unidos, pelo menos até a derrocada econômica dos anos 70. Foram os primeiros a por um satélite artificial em órbita, o Sputnik I, em 4 de outubro de 1957; colocaram um astronauta em órbita, Iury Gagarin, também antes dos Estados Unidos, em 12 de abril de 1961; e o primeiro passeio de um astronauta no espaço também foi soviético, realizado por Alexi Leonov, tripulante da nave Voskhod 2, em 18 de março de 1965. Por que, ent‹o, nunca realizaram a consagradora viagem ˆ Lua, que coroaria mais de uma década de programa espacial?

Ë medida em que mais informações sobre as dificuldades de se colocar um ser humano na Lua vão sendo divulgadas, maior é o número de pessoas que põem em dúvida a capacidade dos Estados Unidos ou da União Soviética terem realizado este feito com a tecnologia quase artesanal do final dos anos 60.
Outra história tem ganho força para explicar os fatos daquela época: as naves Apolo permaneciam em órbita terrestre segura (no interior dos escudos de Van Allen), durante o tempo que a missão durasse, transmitindo informações, fotografias e filmes previamente elaborados em estúdios e em laboratórios pela NASA. Além dos astronautas, poucas pessoas no comando da missão teriam conhecimento do que realmente ocorria. Sob essa lógica, até o "incidente" da Apolo XIII teria sido simulado, como forma de voltar a atrair a atenção da opinião pública para as então desinteressantes missões à Lua. A motivação da NASA para tudo isso? impedir a morte do programa espacial americano, ao anunciar que, apesar do que o herói nacional John F. Kennedy vaticinara no início dos anos 60, e dos muitos milhões de dólares despejados no projeto, não teria tecnologia suficiente para a levar o homem à Lua. A "Conquista da Lua", em contrapartida, garantiu a continuidade da destinação de verbas vultosas à Agência Espacial Americana, pois seria antipatriótico para qualquer parlamentar contestar programa tão heróico e exitoso.

Os defensores não-oficiais (visto que as autoridades americanas não se pronunciam) da versão que é ensinada nas escolas não apresentam respostas às questões enumeradas acima, mas utilizam um contra-argumento: se de fato tudo não passasse de uma farsa, não teria o inimigo soviético denunciado com todo o estardalhaço possível?
Também nesse caso, uma análise histórica é bastante elucidativa. Desde o fim da segunda grande guerra, os norte-americanos e os soviéticos sempre empreenderam uma corrida em busca da primazia bélica e espacial, com projetos e pesquisas concorrentes e acusações mútuas de espionagem como tônica do relacionamento entre as duas nações. A "chegada" dos norte-americanos à Lua coincidiu com uma mudança significativa neste relacionamento: (i) em 26 de maio de 1972, após dois anos e meio de negociações iniciadas, sintomaticamente, em novembro de 1969, os presidentes Richard Nixon e Leonid Brezhnev assinaram o tratado de não proliferação de armas nucleares SALT I (Strategic Arms Limitation Talks), num gesto que surpreendeu o mundo, dada a agressividade reinante entre os dois países ao longo dos anos 60, no auge da guerra fria. O acordo foi extremamente benéfico à já combalida economia da União Soviética, pois lhe permitiu reduzir substancialmente a sangria de recursos financeiros para fins bélicos; (ii) durante os anos 70, enquanto os norte-americanos investiam no desenvolvimento das naves reutilizáveis (os atuais ônibus espaciais), o programa espacial soviético esteve praticamente paralisado. Na década de 80, já com as naves americanas realizando vôos tripulados bem sucedidos, os russos novamente surpreenderam a todos quando apresentaram o seu "próprio" ônibus espacial: o "Buran", uma réplica fidelíssima do projeto americano. Não houve acusações de espionagem nem pedidos de explicações por parte dos Estados Unidos; (iii) também nos anos 80, os dois países desenvolveram projetos paralelos de estações espaciais, o Skylab americano e a MIR soviética. Esta última possuía, inclusive, escotilhas de acoplagem compatíveis com as espaçonaves americanas, que por várias vezes aportaram na MIR para confraternizações.

Um fato parece ser inquestionável: mesmo em pleno ano de 2003, quase 34 anos após a "façanha" americana, quando o foco das discussões sobre conquistas espaciais gira em torno de viagens tripuladas a Marte, nosso estágio tecnológico ainda não nos permite suplantar as intempéries do espaço sideral e por em segurança um ser humano na superfície lunar.

Informações úteis relacionadas ao mesmo tema podem ser encontradas nas páginas WEB:

* http://www.hq.nasa.gov/alsj/a11/images11.html#HiRes (imagens da miss‹o Apolo XI)
* http://www.hq.nasa.gov/alsj/a12/images12.html#HiRes (imagens da miss‹o Apolo XII)
* http://www.hq.nasa.gov/alsj/a14/images14.html#HiRes (imagens da miss‹o Apolo XIV)
* http://www.hq.nasa.gov/alsj/a15/images15.html#HiRes (imagens da miss‹o Apolo XV)
* http://www.hq.nasa.gov/alsj/a16/images16.html#HiRes (imagens da miss‹o Apolo XVI)
* http://www.hq.nasa.gov/alsj/a17/images17.html#Hi-Res (imagens da miss‹o Apolo XVII)
* http://hubblesite.org/ (página oficial do telescópio Hubble)
* http://moonhoax1.tripod.com/MoonHoax/index.html
* http://internet.ocii.com/~dpwozney/index.htm
* http://www.grade-a.com/moon/
* http://www.geocities.com/wolfofborg/one_small_step_for_mankind.htm
* http://www.engmagazine.hpg.ig.com.br/curiosidade/lua/
* http://www.apollo-hoax.co.uk/homepage.html
* http://www.thule.org/moon.html
* http://batesmotel.8m.com/
* http://www.showdaLua.com/ (o único em português)
* http://www.krysstal.com/solarsys_moon.html (a Lua em nœmeros)


Fonte: http://www.afraudedoseculo.com.br/
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> > PROFESSOR DA USP ADVERTE SOBRE ORKUT
> >
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> > UMA VERDADE SOBRE ORKUT:
> >
> > Texto de autoria e Marco André Vizzortti
> > Professor de Informática da USP
> > Dêem em uma pausa e reflitam sobre a verdade do que está escrito abaixo.
> >
> > O ORKUT apareceu como uma forma de contatar amigos, saber notícias de quem está distante e mandar recados.
> >
> > Hoje está sendo utilizado com o propósito de, creio ser o seu maior trunfo, obter informações sobre uma classe privilegiada da população brasileira.
> >
> > Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve?
> >
> > Outras culturas hesitam em participar sua vida e dados de intimidade, de forma tão irresponsável e leviana.
> >
> > Por acaso você já recebeu um telefonema que informava que seus filhos estavam sendo seqüestrados?
> >
> > Sua mãe idosa já foi seguida por uma quadrilha de malandros ?
> >
> > Já te abordaram num barzinho, dizendo que te conheciam faz tempo?
> >
> > Já foi a festas armadas para reencontrar os amigos de 30 anos atrás e não viu ninguém?
> >
> > Pois é.. Ta tudo lá.
> > No ORKUT.
> >
> > Com cinco minutos de navegação
> > eu sei que quantos filhos você tem, ou se não tem,
> > se tem namorado/a ,
> > sei que estuda no colégio tal,
> > ou que trabalha em tal lugar,
> > sei que freqüenta tais cinemas, tais bares,
> > tais festas ...
> > sei nome de familiares,
> > sei nome de amigos;
> > sei sei sei !
> >
> > E o melhor de tudo, com uma foto na mão!
> >
> > Identifico seu rosto em meio a multidões, na porta do seu trabalho, no meio da rua.
> >
> > Afinal, já sei onde você está.
> >
> > É só ler os seus recadinhos.
> >
> > Faço um pedido:
> >
> > Quem quiser se expor assim, faça-o de forma consciente e depois não lamente, nem se desespere, caso seja vítima de uma armação.
> >
> > Mas poupe seus filhos, poupe sua vida Íntima.
> >
> > O bandido te ligou pra te extorquir dinheiro também porque você deixou.
> > A foto dos meninos estava lá..
> >
> > Teu local de trabalho tava lá.
> > A foto do hotel 5 estrelas na praia tava lá.
> > A foto da moto que está na garagem estava lá.
> >
> > Realmente somos um povo muito inocente e deslumbrado.
> >
> > Por enquanto, temos ouvido falar de ameaças a crianças e idosos.
> > Até que um dia a ameaça será fato real. Tarde demais.
> > Se você me entendeu, ótimo!
> >
> > Reveja sua participação no ORKUT, ou ao menos suprima as fotos e imagens de seus filhos menores e parentes que não merecem passar por situações de risco que você os coloca.
> >
> > Oriente seus filhos a esse respeito ,pois colocam dados deles e da família sem pensar em consequências,fazem isso pelo desejo de participar, mas não sabem ou não pensam no perigo de se dar dados pessoais e da família para que qalquer pessoa veja.
> >
> > Se acha que não tenho razão, deve se achar invulnerável.
> >
> > Informo que pessoas muito próximas a mim e queridas já passaram por dramas gratuitos, sem perceber que tinham sido vítimas da própria imprudência.
> >
> > A falta de malícia para a vida nos induz a correr riscos desnecessários..
> > Não só de Orkut vive a maioria dos internautas.
> >
> > Temos uma infinidade de portas abertas e que por um descuido colocamos uma informação que pode nos prejudicar.
> >
> > Disponibilizar informações a nosso respeito pode se tornar perigoso ou desagradável.
> > Portanto, cuidado ao colocar certas informações na Internet.
> > Não conhecemos a pessoa ou as pessoas que estão do outro lado da rede.
> > O papo pode ser muito bom, legal.
> > PS:
> > Passe a todos que você conhece e que utiliza o Orkut, 1Grau, Gazzag, NetQI, Blogs, Flogs, etc... para que todos tenhamos consciência sobre o assunto e possamos colaborar com a diminuição do crime.
> >
> > Um abraço,
> > Marco André Vizzortti
> > Professor de Informática da USP
> > (Universidade de São Paulo)
> > *********************
> >
> > ATENÇÃO ESTA CAMPANHA
> >
> > É MUITO IMPORTANTE PARA SUA SEGURANÇA E DE SEUS FAMLIARES
> >
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CURRICULUM DE BAIANO - VERIDICO

Esse Currículo foi realmente enviado para algumas empresas.


APRESENTAÇÃO PESSOAL


MEU NOME?

Lucas Lopes Batista – 23 anos. Não vou colocar meu cpf porque agora virou moda pedir cpf, meu nome está no SPC, mas não é porque sou caloteiro é porque estou com um débito alto da faculdade e estou sem grana para pagar. Agora se vocês me derem a oportunidade de trabalho com certeza pagarei mais rápido.

ENDEREÇO?

Eu moro no bairro de Nazaré – Salvador/ Ba. Não preciso mencionar a rua, pois acredito que no momento vocês não virão me visitar e nem me enviarão correspondências.

CONTATO

É, o telefone eu posso dar caso vocês queiram me ligar pra marcar uma entrevista. 8178-9515.

FORMAÇÃO ACADÊMICA

Estava cursando Produção Editorial na Hélio Rocha. Tranquei por problemas técnicos (no bolso), pretendo resolver o mais rápido possível para voltar logo!

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

A minha é grande! (Para quem tem 23 anos)
Estagiei na Petrobrás Distribuidora S/A . em 2001. Assim que sai de lá fui trabalhar numa locadora de filmes na graça. Fiquei dois meses porque A Fórmula uma empresa maior (e melhor) me chamou, comecei lá em 2002 sai em 2005 foi a empresa que durei mais. Era muito boa, lá eu aprendi melhor relacionamento humano, como lidar com colegas de trabalho, infelizmente o meu horário de trabalho estava atrapalhando na faculdade. (Uma pena, mas a fila anda). Coincidiu que no mesmo mês a Atento (Vivo) me chamou e eram 6 horas, não atrapalhava na faculdade. Achei que lá era o Paraíso Tropical, mas de Paraíso não tinha nada. Era um trabalho chato e estressante. (Eu sou agitado, apesar de não parecer) detesto ficar sentado muito tempo. Depois de um ano quebrei as correntes da escravidão e fui pra uma locadora falida lá em Vilas do Atlântico (Vídeo Vilas) . Lá eram 5 horas e pagava legal, mas como felicidade de pobre dura pouco; eu tinha um chefe-infernal (Estilo Meryl Streep em "O Diabo Veste Prada") agüentei seis meses e pedi pra sair. Depois de três meses na dança-do-desempregado fui dar aulas de informática no colégio Mundial (Vila Laura) lá era tudo ótimo, chefe, colegas, alunos, só que como nada é perfeito o salário não era lá uma Brastemp.Quando estava me acostumado com o lugar a empresa Politec que presta serviços pra Caixa me chamou pra seleção e blá, blá, blá. O salário era melhor e como a grana fala mais alto (ou melhor gritaaaaa!) pedi pra sair do colégio com o broken heart, mas fazer o quê? É a vida é bonita e é bonita...Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Agora estou aqui sendo sincero com vocês sabendo que meu New Currículo vai parar na próxima lixeira, eu sei que esta empresa só emprega lixo e eu sou o bom, eu sou o cara, basta ver meu currículo, em todos os casos, caso mude de idéia é só ligar..


INDIOMA

Antes eu mentia coloca no currículo que tinha Inglês – fluente e Espanhol - básico
Tudo balela! Em Inglês, só sei What´s your name, How are you e etc.
Aliás, não sei pra que pedem inglês no currículo, sei da importância de possuir um Idioma e pretendo aprender o inglês e outra língua que puder, mas realmente inglês para exercer funções simples é desnecessário, aqui na Bahia tem mesmo é que saber o ó xenti que o nosso be a bá.


CURSOS

Tenho os cursos básicos de: capoeira, empacotador, tele-marketing, informática (sem o tal de Windows e Excel), atendimento a clientes e vendas, relacionamento humano, comédia corporativa e estou me escrevendo para um curso de acarajé (ninguém sabe do futuro né?).

TALENTOS

Não é querendo me gabar, mas é o que eu possuo de melhor, infelizmente nos cargos que ocupei não tive a oportunidade de mostrar meus talentos. Só na A Fórmula que tive a oportunidade de organizar alguns eventos e mostrar um pouco minhas facetas, um dia ainda vou estar na Globo.

Obs: A iniciativa de criar este currículo foi para inovar, porque assim vocês ficam me conhecendo melhor e evitam o transtorno de me chamar para uma entrevista e fazer eu gastar R$ 4,00 de transporte e me reprovarem numa dinâmica de gente, poupa meu bolso e poupa o tempo de vocês. E tem mais! Este currículo é só para pessoas dinâmicas e com a cabeça aberta , papo cabeça, cabeça feita meu rei, se você for antiquado (a), museu, tiver alma de "velho" com certeza jogará este currículo na lixeira. Mas estará perdendo a grande oportunidade de me conhecer e de repente a grande chance de ter o melhor funcionário da Bahia! Desde já agradeço a atenção.

Lucas "o bom"
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Um passo a passo simples de como manter seu computador “brilhando”.

Todos decerto concordam que a limpeza da casa é algo que se deve fazer com certa freqüência, e também devem de concordar que o computador faz parte da lista de itens que acumulam sujeira e precisam ser limpos.

Mas o que muitos não sabem é que não basta simplesmente passar um espanador no computador para limpá-lo. Por essa razão, será explicado a seguir como você deve proceder para limpar cada parte de seu computador sem prejudicá-lo.

Recomendações

1. Desligue o computador e o retire da tomada;
2. Nunca use água para limpar o gabinete por dentro;
3. Nunca retire as teclas de um notebook;
4. Lembre-se de que em geral os componentes do computador são sensíveis, logo, seja delicado para não prejudicar o funcionamento de sua máquina.

Material necessário

Para fazer a limpeza completa você precisará de:

* Ao menos três panos diferentes (sem fiapos);
* Cotonetes;
* Palito de dentes;
* Detergente;
* Água;
* Aspirador de pó;
* Pincel de cabo longo e cerdas macias;
* Secador de cabelos com ar frio;
* Folha de jornal;
* Chave de fendas;
* Pinça;
* Algodão;
* Lata de ar comprimido (se possível).


Teclado

Operação Básica

Primeiramente, vire o teclado de ponta-cabeça e sacuda-o para tirar parte da sujeira (coloque uma folha de jornal embaixo para não sujar o chão). Utilize agora a lata de ar comprimido para desgrudar um pouco da sujeira das teclas, depois, passe o aspirador de pó por cima do teclado (utilizando o bico com cerdas).

Derrubou comida no teclado? É só limpar!

Então, misture um pouco de detergente com água e umedeça levemente um pano nessa solução, a seguir, passe o pano por cima das teclas para retirar a sujeira que fica grudada por causa da oleosidade dos dedos. Por último, passe um pano seco no teclado.

Operação Avançada

De vez em quando pode acontecer de algumas teclas falharem devido ao excesso de sujeira acumulada embaixo delas. Para alcançarmos tal sujeira, as teclas deverão ser removidas, logo, os passos a seguir exigirão um grau maior de delicadeza.

Antes de retirar as teclas tenha certeza de que saberá pô-las em seu lugar correto depois da limpeza. Para isso use sua imaginação, tire uma foto do teclado, faça um desenho da posição das teclas, enfim, o que achar melhor.

Vá com calma, e lembre-se de registrar a posição de cada tecla!

Com a chave de fendas em mãos, posicione-a de maneira a imitar uma alavanca e retire as teclas. No entanto, evite tirar teclas grandes, como a “barra de espaços”, “Enter”, “Shift” e “Caps Lock”, pois poderá ser difícil colocá-las novamente em seus lugares.

Retiradas as teclas, espirre o ar comprimido para facilitar o trabalho. Depois, passe um pano levemente umedecido com a mistura de um pouco de detergente com água para remover as sujeiras (use um cotonete para remover a poeira dos cantos que o pano não alcança). Feito isso, seque o teclado e recoloque as teclas.

Mouse

Tanto um mouse óptico quanto um de bolinha podem ser limpos da mesma forma, basta umedecer levemente um pano com água e limpá-lo.

Muitas vezes os usuários de mouses de bolinha podem reparar que a movimentação da seta se torna difícil repentinamente e “sem motivo”. O que causa tal inconveniente é o acumulo de sujeira dentro do mouse, o que acaba travando a movimentação das roldanas que a bolinha move.

Para remover tal sujeira, vire o mouse para cima e retire a bolinha (cuidado, ela é pesada). Depois, pegue um palito de dentes e use sua ponta para “serrar” a crosta de resíduos nas roldanas do mouse, após isso, remova delicadamente a sujeira usando uma pinça. Terminado o processo, bote a bolinha no mouse novamente e pronto.

Cabos Externos

Esta é a limpeza mais simples e menos trabalhosa (se comparada com as outras), pois basta umedecer levemente um pano em uma mistura de um pouco de detergente com água, passar nos cabos e depois secá-los com um pano seco. No entanto, tome cuidado para não se esquecer de secar as partes metálicas dos cabos, pois cometer tal deslize pode significar uma grande dor de cabeça posteriormente.

Monitor

Independente do tipo de monitor que você usa (seja ele daqueles “antigos”, de LCD, ou mesmo se não for um monitor e sim uma televisão), deve-se ter bastante cuidado ao limpar a tela dele, logo, escolha bem o tipo de pano a ser usado para evitar riscá-la.

Não espere seu PC ficar assim para limpá-lo!Para limpar a tela do seu monitor você pode tem duas opções: ou a limpa com um pedaço de algodão levemente umedecido, ou então com um pano igualmente umedecido. Seja qual for o método escolhido, passe um pano seco após limpar a tela.

Para limpar o resto do monitor, basta passar um pano levemente umedecido com água e depois secar com outro pano. No caso de o monitor estar muito sujo, pode-se usar aquela mistura de detergente com água no pano.

É possível também substituir o detergente por álcool (somente quando for limpar o monitor, para as outras partes do computador use somente detergente). No entanto, utilizar álcool pode fazer o monitor desbotar com o tempo, por isso não é muito aconselhado utilizá-lo. Se este for o caso, se limite a apenas algumas gotas e a partes externas, sendo a exceção a tela.

Gabinete

Nossa cabeça armazena a parte mais importante do nosso corpo: o cérebro. E assim como nossa cabeça, o gabinete armazena as partes que dão “vida” ao computador, portanto, você deve usar o máximo de cuidado ao realizar as operações seguintes.

Exterior

Desencaixe todos os cabos e use um aspirador de pó para aspirar a sujeira das entradas de ar (buracos) do gabinete. Agora passe um pano umedecido com a mistura água-detergente (citada anteriormente) no restante do gabinete, tomando cuidado para não deixar qualquer gota cair pelas entradas de ar.

Depois, tire o excesso de detergente com outro pano umedecido somente com água, e por último, pegue um pano seco e seque o gabinete. Em certos lugares (como ao redor do botão de liga/desliga) você pode usar um cotonete para limpar, no caso o pano não dar conta do serviço.

Interior

A limpeza dessa parte é muito importante, pois o desempenho do computador pode ficar comprometido devido ao superaquecimento provocado pelo mal funcionamento dos sistemas de refrigeração interna do gabinete.

placas

O funcionamento indevido de tal sistema geralmente pode ser devido à vida útil do equipamento ter chegado ao fim, ou então ao fato de muita sujeira ter sido acumulada nas ventoinhas, impedindo assim que elas girem o suficiente para evitar o aquecimento excessivo do computador.

Tome muito cuidado com os componentes eletrônicos (quadrados geralmente verdes e cheios de linhas metálicas,) que ficam dentro do gabinete (não passe pano neles!), pois qualquer acidente, por menor que seja, pode prejudicar seu computador.

Use o pincel para varrer, delicadamente, a sujeira das partes onde o aspirador de pó não alcança, até uma área que ele a alcance. Agora, bote um bico fino no aspirador de pó, e aspire a sujeira do cooler (aquele componente que parece um ventilador), a sujeira de todas as entradas de ar e aquela sujeira que foi varrida. Lembrando que para utilizar aspiradores de pó deve-se ter um bico extremamente fino e muito cuidado. Na dúvida, utilize o pincel.

Solte a poeira delicadamente com o pincel e aspire-a em seguida.

A seguir, pegue um pano seco e use-o para tirar o pó dos fios de dentro do gabinete e para remover a sujeira que resistiu ao aspirador de pó e ao pincel.

Pronto!

Parabéns, se você chegou até aqui, seguindo todos os passos acima, seu computador deve estar tinindo!
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